LUTANDO CONTRA TUDO / Fighting against all

LUTANDO CONTRA TUDO / Fighting against all
Eu sou reduzida do estômago, operei no dia 21/02/2009 por videolaparoscopia, com o Dr Andrey (equipe do Dr. Almino) a cirurgia foi um sucesso, porém quando eu acordei da anestesia achei que fosse morrer (os relatos estão nas primeiras postagens) Passamos por momentos difíceis e parece que tudo vai desmoronar. Já se sentiu assim também? Pode ser no relacionamento com o parceiro, o ambiente ruim do trabalho, a casa que nunca consegue arrumar, os filhos pedindo atenção constante, mas e você, tem tempo para se cuidar? Nos propomos a mudar nossa vida, realizar projetos e nos dedicamos com toda energia em busca de um grande fim, mas nos esbarramos em situações que nos limitam e impedem de sermos grandes empreendedores. Não precisamos ir tão longe, temos vários exemplos que nos levaram a fracassar, principalmente quando tratamos sobre emagrecimento. Como é difícil nos mantermos firmes nos objetivos, mesmo sabendo quais são os caminhos do sucesso. Muitas vezes é a semana estressante, e mal temos tempo para cuidar de si mesmo. É preciso ter claro que as dificuldades não devem nos paralisar, pois quem está crescendo está sempre caindo, levando tombos, e sabemos que quando nos propomos a emagrecer, vamos cair muitas vezes. Sabemos que ao tomar uma decisão, vamos enfrentar dificuldades, mas temos que confiar de temos condições de superá-las, e chegar ao resultado almejado. Acomodar-se aos tombos e erros não é uma atitude assertiva, pelo contrário, só acarreta comportamentos negativos. Ao acreditarmos que somos capazes, usamos nossas competências e conhecimentos, gerando resultados eficazes e duradouros. É, parece que emagrecer depende de você mesmo e de sua disponibilidade de acreditar. Assumir a responsabilidade dos resultados de seu processo, é crescer, é tomar em suas mãos sua vida e dar conta de seu desejo.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Desvende 14 mitos e verdades sobre o leite Saiba os reais benefícios e quando o consumo da bebida deve ser evitado

O hábito de ingerir leite de vaca gera controvérsias. Há especialistas que condenam a bebida com a alegação de que traz malefícios, enquanto outros defendem o consumo diário para suprir uma série de nutrientes que o organismo precisa, com destaque para o cálcio. Mocinho ou vilão, o fato é que o leite de vaca carrega diversos mitos sobre o seu consumo. Neste Dia Internacional do Leite, lembrado no dia 24 de junho, esclareça a seguir as dúvidas mais comuns, respondidas pelas nutricionistas Adriana Mesquita e Maria Claudia dos Santos, do Hospital São Luiz em São Paulo, e Patrícia Ornellas, do Saison Spa no Rio de Janeiro



1. O leite orgânico é mais seguro que o leite normal
Mito, os dois são seguros para o consumo. "A diferença do orgânico é que as vacas produtoras não recebem hormônios ou antibióticos para aumentar a produção de leite", esclarece a nutricionista Patrícia. Essas vacas também não se alimentam de pastos com fertilizantes, o que torna o leite orgânico mais puro e a opção que mais preserva o meio ambiente.

No entanto, o governo brasileiro estabelece regras rígidas de segurança para garantir que todo leite comercializado esteja livre de resíduos que possam ser prejudiciais ao organismo. Por isso, tanto a versão convencional quanto a orgânica são consideradas seguras.
Pedras nos rins - Foto: Getty Images
2. A ingestão de leite causa pedras nos rins. 
Mito. A nutricionista Patrícia conta que o cálculo renal está, sim, relacionado ao cálcio, mineral presente em abundância no leite e derivados. "O cálcio em excesso no organismo tende a se depositar e ocasionar cálculo nos rins", explica.

Só que reduzir o cálcio da alimentação não é a solução para evitar o problema. Na verdade, estudos e especialistas indicam que esse mineral - na medida certa - pode até ajudar na proteção dos rins. Em vez de banir o leite da alimentação, portanto, o ideal para prevenir complicações renais é beber bastante água, evitar álcool em excesso e reduzir o consumo de sal.  
Leite desnatado ou integral? - Foto: Getty Images
3. Leite desnatado é somente leite integral com água adicionada.
Mito. O leite desnatado apenas tem um teor reduzido de gordura saturada e colesterol. Não há acréscimo de água - garante a nutricionista Patrícia - e não há redução de nutrientes.

Há quem afirme que a versão desnatada tem mais cálcio - o que seria positivo para prevenção da osteoporose - e mais sódio - o que seria negativo, principalmente, para hipertensos. A nutricionista Adriana, porém, diz que a diferença é irrelevante, já que as quantidades desses minerais - assim como de outros nutrientes - são semelhantes nos dois tipos de leite. 
Leite faz bem ou mal? - Foto: Getty Images
4. O leite deveria ser evitado na alimentação. 
Mito. Há contradições, mas ainda prevalecem estudos e especialistas que afirmam que o leite só deve ser evitado em caso de alergias. "A bebida é ótima fonte de proteína e o cálcio que ela contém é mais bem absorvido pelo corpo, se comparada a outros alimentos que também sejam fonte desse mineral", alega Patrícia.  
Ganho de peso - Foto: Getty Images
5. Laticínios causam ganho de peso.
Verdade, assim como todo alimento em excesso que contenha gordura e calorias. Por isso, o ideal é ingerir as versões com teor reduzido de gordura que, se consumidas na medida certa, não provocam quilos extras. 
Leite desnatado tem colesterol - Foto: Getty Images
6. Leite desnatado não tem colesterol.
Mito. A nutricionista Maria Claudia afirma que todos os alimentos de origem animal possuem colesterol. "O que ocorre com o leite desnatado é que, com a redução das gorduras do alimentos, o teor de colesterol livre também diminui", explica a profissional.  
Acne não é causada por leite - Foto: Getty Images
7. Leite causa acne. 
Mito. A nutricionista Patrícia lembra que ainda não está comprovado. "Existe um estudo que demonstra que os hormônios das vacas podem funcionar como pré- hormônios no sistema enzimático das glândulas de gordura", explica. O estudo é de Harvard (EUA), que indica que esses hormônios seriam semelhantes aos causadores de acne na pele humana. No entanto, ainda faltam mais pesquisas para comprovar essa relação. 
Alergias ao leite - Foto: Getty Images
8. Alergia à proteína do leite é diferente de alergia à lactose. 
Verdade. Alergia à proteína é uma resposta imunológica do corpo contra a proteína do leite, que pode ser de vaca, cabra, búfala etc. "O organismo entende essa proteína como um agente estranho que precisa ser combatido e desencadeia reações alérgicas, como diarréia e urticária", explica a nutricionista Patrícia.

Já alergia à lactose é a falta ou deficiência da produção de uma enzima chamada lactase, que serve para digerir a lactose - o açúcar natural do leite. Patrícia conta que, quando não absorvida, essa substância é fermentada por bactérias do intestino grosso, levando à diarreia.  
Leite e derivados - Foto: Getty Images
9. Se a pessoa for intolerante à lactose, deve evitar todos os laticínios. 
Mito. "O que ocorre é que o grau de intolerância à lactose varia em cada caso, podendo se apresentar de uma forma mais ou menos agressiva", conta a nutricionista Adriana. Com isso, muitas pessoas não podem consumir o leite em excesso, porém apresentam boa aceitação de seus derivados. O melhor é sempre seguir as orientações de médicos e nutricionistas. 
Leite após exercícios - Foto: Getty Images
10. Tomar leite depois de praticar exercícios físicos é uma boa opção. 
Verdade. Um estudo realizado pela Universidade do Canadá constatou que mulheres que bebem dois copos grandes de leite por dia, após a sua rotina de musculação, ganham mais massa muscular e perdem mais gordura em comparação às mulheres que bebem energéticos.

"O leite repõe perdas da transpiração e atua no restabelecimento da hidratação", explica Patrícia. Por isso, a bebida é uma boa opção após atividades físicas para restituir as funções normais do organismo, principalmente a versão desnatada.  
Leite de soja - Foto: Getty Images
11. Bebida à base de soja é tão nutritivo quanto leite de vaca. 
Depende. A bebida à base de soja, se fortificada, pode conter a mesma quantidade de determinados nutrientes, quando comparado ao leite de vaca. "Mas precisamos nos atentar se os nutrientes adicionados à esta bebida são absorvidos tão facilmente quanto os presentes no leite de vaca", lembra Maria Claudia.

De acordo com ela, isso ocorre porque, muitas vezes, o nutriente acrescentado ao produto não está na sua forma de mais fácil absorção. "Por isso, temos que consumir um maior volume da bebida à base de soja para ter os mesmos nutrientes presentes no leite comum", completa.  
Leite e puberdade - Foto: Getty Images
12. A ingestão de leite causa puberdade precoce.
Mito. Segundo Maria Claudia, não há comprovação de que ingerir leite causepuberdade precoce. O que ela aconselha é exatamente uma alimentação com o leite presente, que é uma fonte significativa de cálcio e não deve ser eliminada durante a puberdade.  
Resfriado - Foto: Getty Images
13. Ingerir leite quando se está resfriado causa aumento de muco. 
Mito. Não há estudos que comprovem essa relação, de acordo com a nutricionista Adriana. "As pessoas podem confundir o espessamento temporário da saliva após a ingestão do leite com muco", conta.  
Gastrite - Foto: Getty Images
14. Pessoas com gastrite devem evitar tomar leite.
Verdade, mas depende da forma que ele é ingerido. "O consumo isolado da bebida deve ser evitado por provocar um aumento no suco gástrico para digestão dos nutrientes", conta Maria Claudia, que aconselha ingerir o leite junto com outros alimentos.  

sexta-feira, 4 de maio de 2012



8 LIÇÕES PARA ACABAR COM O PENSAMENTO GORDO



Evite o radicalismo e divirta-se com uma nova alimentação.




É só decidir encarar a dieta que você se transforma em um aficionado por qualquer tipo de prato, seja ele doce ou salgado? O comportamento é natural, segundo a responsável pela equipe nutricional do Dieta e Saúde, Roberta Stella. Quando não existe nenhuma restrição ou alteração alimentar, o ato de escolher os alimentos é espontâneo. Já quando se está de dieta, é preciso analisar características como tamanho das porções, qualidade nutricional e quantidade de pontos fornecida, exemplifica a especialista.







O fato é que tanta preocupação pode acabar confundindo seus sentidos.







Roberta afirma que nem sempre a vontade de consumir tentações é maior, depois de dar o pontapé inicial à reeducação alimentar. É uma falsa sensação, criada pela atenção que a comida está recebendo , desaponta quem usa o desejo por certos alimentos como pretexto para não investir em um cardápio equilibrado.







Mas se você sofre com a irresistível vontade de se deliciar com um pratão de macarronada, seguido de uma sobremesa com muito chocolate, atente para as dicas da nutricionista que ensina alguns truques para espantar o pensamento gordo.







1. Mude seus conceitos: não encare verduras, legumes e frutas como um sacrifício para emagrecer. Eles são fundamentais em uma alimentação saudável e precisam fazer parte da sua rotina alimentar. Sem contar que, devido à variedade de nutrientes que contêm, trazem diversos benefícios ao seu corpo, ressalta a especialista do Dieta e Saúde. Além disso, existem tantas opções, que é impossível odiar todas. Alguma, certamente, agrada o seu paladar.







2. Direcione seu foco: está claro que você precisa estar atento a tudo que leva à boca quando está de dieta, mas isso não significa que seu pensamento deve estar totalmente voltado para a comida. Quando não estiver na hora das refeições, faça alguma coisa que te distraia como ler um livro, ouvir música, assistir a um filme, enumera Roberta. Isso evita que você pense excessivamente nos alimentos, completa.







3. Previna-se das tentações: caso você ainda se sinta vulnerável diante das suas delícias preferidas, evite dar de cara com elas. Não se exponha a situações de risco, brinca a nutricionista. A solução apontada por ela é, na hora das compras, fugir das gôndolas e corredores que abrigam os alimentos tentadores, como bolachas recheadas e chocolates, por exemplo.







4. Escape das armadilhas: você não precisa deixar de sair com seus amigos só porque eles sempre pedem sua sobremesa preferida. E também não precisa nem deve ficar chupando o dedo. Não hesite na hora da sobremesa, peça uma fruta; dá a alternativa, Roberta. Se surgirem comentários descritivos das sobremesas saboreadas pela turma, mude de assunto.







5. Mire no alvo: se você está pensando em matar uma das refeições principais para se esbaldar com um doce, afaste esta idéia para bem longe. Jamais pule uma refeição para compensar com um doce ou salgado muito calórico. O máximo que você consegue é, em vez de economizar calorias, se privar de diversos nutrientes, alerta a especialista.







6. Na dúvida, fique com o trivial: diante da variedade dos cardápios de restaurantes, opte pelos pratos mais simples, que, certamente, serão os menos calóricos. Prefira um prato de arroz, feijão, carne grelhada, legumes e verduras a uma fatia de torta ou quiche com salada e molho. Não se esqueça de trocar a mousse por uma fruta, na sobremesa, aconselha a nutricionista do Dieta e Saúde.







7. Abandone o radicalismo: mude seus hábitos alimentares visando um cardápio balanceado, que favoreça sua saúde. Segundo Roberta, nenhuma restrição excessiva é saudável. Portanto, nada de pular o café-da-manhã para abusar no almoço. Planejando todas as refeições, você não chega afoito e faminto em nenhuma delas.







8. Pense positivo e aja da mesma forma: esqueça a idéia de que, para emagrecer, é preciso passar fome de barriga vazia, certamente você vai sentir mais vontade de devorar qualquer prato. A partir daí, mude também as suas atitudes, programando suas refeições, que devem somar cinco a seis por dia (café da manhã, almoço, jantar e pequenos lanches intermediários). É comum as pessoas que seguem uma orientação nutricional questionarem a quantidade dos alimentos que vão ingerir, ao seguirem o cardápio programado. Elas duvidam que irão emagrecer, comendo mais do que costumam comer , conta Roberta. Ela explica que, optando por alimentos mais saudáveis e com menor pontuação, dá sim para treinar mais a mastigação, quando se está de dieta. Além disso, uma alimentação saudável permite que você consuma uma variedade maior de nutrientes.







10 atitudes para ajudar no emagrecimento





Se você é daquelas pessoas que imaginam que emagrecer é uma simples questão de restrição de calorias está na hora de reavaliar as suas atitudes durante a dieta. Ter um novo pensamento, buscar novas ações e pensar que dieta é um período de mudanças que deve levar a uma alimentação adequada durante toda a vida é uma nova maneira de buscar, além do emagrecimento, uma melhor qualidade de vida.



Siga as dicas abaixo e mude a forma de fazer dieta:







1. Pense a longo prazo

Não importa a quantidade de peso que deseja emagrecer, você deve pensar em uma eliminação de peso gradual. Trabalhe com a perda de meio a um quilo por semana.







2. Tenha atitudes positivas

Pensamento positivo atrai atitudes corretas e estimulantes. Por isso, nada de desânimo ou de pensar que você não consegue ou que o mundo conspira contra o seu objetivo. Tudo na vida exige uma postura firme e determinação. Pensamento positivo atrai atitudes corretas e estimulantes







3. Foco na meta de peso

A sua atenção deve estar focada no objetivo de peso e não nos alimentos que você pode comer ou deve evitar. A boa escolha alimentar será consequência.







4. Fuja do estresse e da ansiedade

Corte o mal pela raiz. Nenhum alimento por mais doce que ele seja será capaz de dar o fim no estresse e na ansiedade. Quando perceber que irá descontar nos alimentos todo o peso da rotina do dia, desvie a sua atenção daquele alimento que faz a luz vermelha da dieta piscar. Assistir a um bom filme, caminhar pelo bairro, ler um livro, ouvir música colocam o pensamento bem longe da alimentação.







5. Assuma a responsabilidade

Se você opta por dietas da moda ou altamente restritas, as chances de conseguir o que deseja e, principalmente, manter o peso, são mínimas. Assuma que a mudança na alimentação deve ser para a vida e não para a próxima festa ou encontro social. Não terceirize a vitória e o seu sucesso. Você somente irá conseguir se responsabilizando pelas suas atitudes.









6. Não se dê desculpas

Como resistir ao bombom ou ao doce que está na gaveta do escritório ou na despensa da cozinha? É quase impossível! Por isso, antes de plantar a sua própria armadilha, pense muito bem o porquê de deixar tão facilmente disponíveis esses alimentos tentadores. Você realmente quer emagrecer? Se sim, comece a oferecer esses alimentos para os seus amigos, livre-se deles. Evidentemente, você poderá comer um bombom, mas esporadicamente e não todos os dias.







7. Se cair, levante

Pessoas magras também exageram na alimentação. Elas não ganham peso porque logo em seguida retomam uma alimentação equilibrada em calorias. Se você exagerar, não faça disso o estopim para jogar o seu objetivo para o alto! No momento seguinte, retome a dieta e não faça uma restrição exagerada por conta disso como, por exemplo, dietas desintoxicantes, à base de sucos ou de sopas.









8. Prepare-se para experimentar

Em vez de pensar no que você não poderá comer, pense no que você poderá! Novos sabores, texturas e muitos novos alimentos que não fazem parte da sua rotina alimentar poderão ser provados. O seu paladar será estimulado, testado e você terá novos alimentos para variar as suas refeições.







9. Se informe

Quanto mais informações você tiver sobre alimentação saudável mais saberá diferenciar o que é correto ou não para o seu emagrecimento e para a sua saúde. Evite promessas de um rápido emagrecimento. Se a promessa é de eliminar mais do que 1 quilo por semana, cuidado! A sua saúde e autoestima estão em jogo.







10. Siga em frente

Mantenha sempre em mente as boas atitudes que não farão você desistir do seu objetivo final. Quanto mais certeza tiver de que está colhendo os resultados esperados, mais estimulado ficará para manter uma boa qualidade de vida e de peso por um longo período.







Roberta Stella

Nutricionista Dieta e Saúde







terça-feira, 20 de março de 2012

REDUÇÃO DE ESTÔMAGO

NOVA TÉCNICA CIRÚRGICA

Após anos de tentativas de emagrecimento fracassado, e chegar ao peso atingindo o IMC 40, ele passa a ser classificado como obeso mórbido. Nesse caso a situação há um problema serio provavelmente este estará apresentando dificuldades em sua locomoção por falta de ar, dor nos joelhos, depressão, entre outros, e acaba se isolando. No caso de isolamento permanecera sentado e deitado por quase todo o tempo do seu dia, e acaba se alimentando muito mais também. Ocorrendo um aumento maior de a ingestão alimentar e grande diminuição de atividades físicas. Com isso o peso vai aumentando rapidamente e a partir daí o tratamento clinico se torna muito mais dificultoso e a comorbidades aparecem em maior quantidade aumentando assim o peso.




E é nesse caso que ocorre a indicação para a cirurgia que reduz a ingestão alimentar, que diminui digamos que totalmente o peso do paciente.



A palavra Bariátrica vem do grego, baros significa peso. Os pacientes indicados para esse tipo de cirurgia são aqueles que tem o índice de massa corpórea (IMC) a partir de 40, ou que tenha o IMC 35 com duas ou mais comorbidades associadas. No Brasil podemos encontrar mais de um milhão de obesos e apenas 1% deles foi operado até agora. Ao contrario dos Estados Unidos que operaram 4% desse valor por ano, muito mais do que no Brasil. O EUA está em primeiro lugar no mundo em quantidades de cirurgias realizadas e o Brasil esta em segundo, mas a quantidade ainda não é muito significativa.


O novo “tipo” de cirurgia bariátrica, não muda nada em relação à parte interna, mas o que mudou e passou a ser muito melhor e o corte feito no abdômen do paciente. Esse sistema se chama Videolaparoscopia, a grande vantagem desse novo recurso é não causar o trauma de ter um corte enorme na barriga. Sendo também muito melhor a recuperação, o paciente não sente tanta dor, não precisa ficar imobilizado por muito tempo, pode voltar suas atividades muito mais rápido, menor infecção da incisão, menor prejuízo externo e muito mais. Ao invés do corte de 15 a 30 cm na barriga, é feito pequenas incisões de 5 a 13 mm, são 5 ou 6 furinhos apenas. A cirurgia ocorrendo tudo bem, não tendo nenhuma complicação ou qualquer coisa parecida, o paciente pode ser liberado no dia seguinte da cirurgia, dependendo do caso o paciente fica até três dias para uma observação melhor e mais perto do médico. Mas o paciente precisa não apenas saber mais entender que além da cirurgia é necessário assumir um novo padrão de vida, tanto no alimentar quanto nas atividades físicas. Podendo trocar o prazer de comer por outros prazeres, como danças, passeios e muito mais.


ESCLARECENDO ALGUMAS DÚVIDAS SOBRE A CIRURGIA

Cabelos: a queda de cabelo parcial ocorre pela carência de zinco no organismo, principalmente nos primeiros meses do pós-operatório, isso ocorre com a maioria dos pacientes operados. Geralmente a perda não é radical e podem ser temporários, alguns meses depois o paciente alcançara um equilíbrio das taxas de zinco e o cabelo volta ao normal.




Alimentos doces ou gordurosos: a maior duvida é se eles provocam mal-estar. Podem sim ocorrer, em alguns pacientes podem aparecer uma síndrome chamada dumping, que é um mal-estar causado pela passagem rápida do alimento do estômago para o intestino por causa do desvio intestinal. Os sintomas geralmente são náuseas, sudorese e fraqueza que duram apenas alguns minutos.



Vômitos após a cirurgia: pessoas às vezes vomitam com freqüência, mas para isso o paciente deve ter comido além do limite ou não mastigou bem o alimento, caso contrário não tem motivos para ter esse tipo de desconforto.

Medicamentos: após a cirurgia o organismo não recebera a quantidade de nutricional que o copo necessita pela quantidade de alimentos ingeridos serem muito pequenos, então os remédios indicados pelos endocrinologistas são para solucionar essas carências. São suplementos vitamínicos, que deverão ser tomados constantemente para garantir que o organismo receba todos os nutrientes essenciais já que a absorção estará limitada. Em algumas técnicas cirúrgicas a suplementação terá de ser por toda vida, mas em outras não.




Depressão pós-cirurgia: pacientes que passam por depressão pós-cirurgia ou até mesmo suicídios, são aqueles que já tinham problemas psiquiátricos. Por isso o acompanhamento psicológico é tão importante e deve ser feito a risca. A cirurgia raramente causa esses sintomas, mas a cirurgia pode ampliar sintomas de condições já existentes, mas talvez não estivesse aparente. O acompanhamento com psicólogo deve ser feito antes, durante e depois da cirurgia, inclusive perguntar se eles estão felizes com a cirurgia, se fariam de novo e se recomendariam que outras pessoas fizessem. As respostas na maioria das vezes são positivas.

PESSOAS QUE ENGORDAM APÓS A CIRURGIA

Pacientes que foram submetidos à cirurgia bariátrica podem voltar a ganhar peso sim, por isso devem ter em mente que a cirurgia não é um milagre, mas sim uma ajuda. Geralmente após cinco anos da cirurgia que isso começa acontecer, além da alimentação exagerada que é a onde a pessoa começa a engordar de novo, podem aparecer outros tipos de distúrbios como alcoolismo, anorexia, bulimia, bruxismo, aumento de cáries e os dentes podem ficar quebradiços. Ou seja, a cirurgia pode ser uma benção para alguns e não para outros. É necessário que após a cirurgia o paciente tenha um acompanhamento com o médico que o operou e com a nutricionista pelo menos até os primeiros cinco anos após a cirurgia para estar certo que esses distúrbios não vão ocorrer.




A pessoa deve ser devidamente tratada, orientada e analisada antes de fazer a cirurgia para que essas coisas não venham acontecer, ela precisa estar ciente de que pode voltar a ser como era antes, que precisa ter um controle sobre si e etc. Digamos que seja “normal” o paciente engordar até dez quilos depois da cirurgia, mas mais de cinqüenta e oito por cento dos pacientes ganha mais que dez quilos, quase quarenta por cento engordam mais de vinte quilos e treze por cento engordam mais de trinta quilos, apenas oito por cento dos pacientes conseguem manter o peso ideal ou emagrecer demasiadamente ( quando é o caso de ter bulimia e anorexia).

A operação não é o fim dos seus problemas ou do tratamento. Geralmente os obesos têm compulsão por comida, após a cirurgia por não poderem comer excessivamente eles acabam trocando sua compulsão, viram alcoólatras, chocólatras entre outros. Por isso como disse a cima, o maior sucesso é quando se tem um acompanhamento medico por vários anos, para que isso não aconteça e você se acostume com a sua “nova vida”. No caso do alcoolismo pode ser porque a vida social ficou mais ativa, pois geralmente pessoas quando estão obesas se isolam de tudo e todos, e após a cirurgia começam a ter mais amizades a sair e automaticamente acabam bebendo muito mais. Pessoas que viram obesas com certeza teve problemas anteriores ou sintomas, como a depressão por exemplo. Alguns problemas vão ser descobertos apenas depois da cirurgia.





Com a cirurgia a pessoa passa a comer bem menos, pois o estômago não aceita a quantidade de comida que a pessoa ingeria anteriormente. A questão de a pessoa engordar de novo parte do fato de o estômago ter a capacidade de se dilatar conforme a pessoa vai comendo em maior quantidade, podendo assim ficar quatro vezes maior do que está.



A cirurgia pode acarretar problemas odontológicos também, metades dos pacientes reclamam de ter aparecido mais cáries ou ter ficado com os dentes quebradiços. Essas coisas podem acontecer por problemas de absorção de nutrientes e ressecamento da boca, fruto da medicação usada pós cirurgia ou ainda por causa de vômitos.


O MECANISMO DA FOME

A fome é controlada por um sistema cheio de comunicação entre varias proteínas liberado pelo aparelho digestivo envolvendo mais de duzentos e cinqüenta genes que vem de herança dos nossos pais. Mantendo o equilíbrio energético do organismo, cada genes desses que citei a cima produz um tipo de proteína. A regulação é tão precisa que caso a pessoa ingira 120 kcal a mais da quantidade energética necessária por dia, após dez anos terá engordado 50 kg. Um copo de refrigerante contém 120 kcal, então um copo de refrigerante que você beba a mais no dia, pode te prejudicar muito. Podemos dizer que o estômago é um regulador de apetite muito importante, quando vazio tem uma liberação de grelina (hormônio que age no cérebro e dá a sensação de fome que diminui ao poucos conforme vamos ingerindo o alimento).


Quando os alimentos passam para o intestino provoca uma liberação de outro hormônio, este é representado pela sigla PYY, que age no cérebro também, ativa a saciedade e provoca a perda de apetite. Esse balanço estabelece entre os dois hormônios (grelina e PYY) indicando quando se deve começar ou terminar uma refeição. Cada tipo de alimento ingerido existe uma composição que difere na liberação desses hormônios. Um exemplo é o carboidrato simples, como a batata e os doces, eles são absorvidos antes de o intestino liberar o hormônio PYY, ou seja, não inibi a fome. São quebrados pela insulina encontrada no pâncreas, quando esses carboidratos são ingeridos em excesso, são transformados em células gordurosas, que claro engordam e dependendo da quantidade ingerida causa problemas a saúde. No entanto, as gorduras de alguns tipos de alimentos, como de carnes vermelhas, por exemplo, vai o “sinal” rapidamente para o intestino liberando assim o PYY, este induz com mais rapidez a sensação de saciedade. Essa constatação derruba antigos mitos que condenavam a ingestão de certos alimentos mais gordurosos como prejudiciais à saúde.


CONTROLE DE PESO

Quando nós nos alimentamos, nosso estômago se distende e os alimentos começam a passar para o intestino. Esse processo de distensão do estômago e passagem dos alimentos para o intestino acontece uma liberação, vários tipos de substâncias são ativadas e começam agir sobre o cérebro e sobre os centros que controlam a saciedade, indicando a hora de parar de comer. Simultaneamente, o cérebro envia outras substâncias mensageiras que trabalham no aparelho digestivo. Além disso, o tecido gorduroso, que não é inerte, mas um tecido endócrino produz hormônios que também desempenham papel importante no controle do equilíbrio entre fome e saciedade.


O controle do seu peso corpóreo é feito pelo cérebro. Parte dele a regulação e a quantidade de alimentos que ingerimos e garantir o aporte energético para que as células do organismo se mantenham vivas. Para ele, não faz diferença se elas são neurônios que controlam a inteligência humana ou células adiposas localizadas no abdômen ou nas nádegas.




Qualquer tipo de desequilíbrio nesse mecanismo delicado pode gerar aumento excessivo ou perda de peso corpóreo de uma hora para outra. Hoje em dia, a obesidade tomou conta da maioria da população e não só no Brasil, mas no mundo inteiro. O tratamento dos casos mais graves é bastante complexo especialmente o dos casos classificados como obesidade grave ou grau 3, como são chamados os obesos mórbidos, que hoje são os que estão passando pelas cirurgias bariátrica.


ESCLARECIMENTOS DE DÚVIDAS COMUNS SOBRE A CIRÚRGIA BARIÁTRICA
Muitos pensam que aquela pessoa é obesa porque come muito, mas isso não é verdade. Duas pessoas podem comer a mesma quantidade, porem uma engorda a cada dia mais e o outro não engorda um quilo se quer. Isso é, uns tem a tendência para engordar muito maior que a do outro. O metabolismo que favorece uma absorção maior e acumulo dos alimentos.




As pessoas esperam da cirurgia resultados que sim, ela pode fornecer ao paciente, porem ela não é um milagre e muito menos uma mágica, coisas que muitas pessoas pensam. Digamos que a cirurgia é uma arma poderosa para ajudar a pessoa acabar com algo que ela não gosta e a faz mal. A pessoa emagrece com a cirurgia, pois tiram parte do estomago, e alimentam-se pouco e já fica saciado, o que torna a cirurgia mais fácil. Nos dois ou três primeiros meses a pessoa pode perder até 30 quilos, mas ainda tem mais 15 meses para continuar a emagrecer, o total do processo de emagrecimentos é de 18 meses. Podendo emagrecer o tanto que a pessoa quer ou ainda mais, tudo vai depender do seguimentos da dieta. Mas não podemos deixar de falar que alem do emagrecimento, a cirurgia tem grande importância na qualidade de vida, no desaparecimento de doenças relacionadas ao excesso de peso.

As restrições após a cirurgia é no primeiro mês que será apenas liquido, com água de coco, sucos, e sopas batidas. E aos poucos a dieta vai aumentando ate a pessoa poder comer as comidas solidas normalmente, as restrições só serão maiores para quem colocar banda ajustável ou capella-fobi, pois nunca mais poderão coemr carne em pedaços, apenas carne moída, frango desfiados e peixe. Os alimentos terão que ser mais mastigados, comendo com mais lentidão.




Sobre cirurgia plástica, a maior parte dos operados acaba precisando, pois sobra muita pele.

O acompanhamento após a cirurgia: no primeiro mês o paciente tem que ir 4 vezes ao consultório, ou seja, uma vez por semana. A partir do segundo mês, a pessoa terá que ir uma vez ao mês ao consultório para fazer os exames. Consulta ao nutricionista após um mês da cirurgia é fundamental. Dependendo do caso, alguns pacientes precisaram de mais acompanhamentos, de outros especialistas no caso, como, psicólogo, fisioterapeuta, cardiologista, endocrinologista, pneumologista, entre outros. No primeiro ano de cirurgia o paciente terá que fazer exames de sangue de três em três meses.

As doenças associadas à obesidade mais comuns são: hipertensão arterial (que é popularmente conhecida como pressão alta), arteriosclerose (placas que se formam nas artérias), a diabete, a artrite, os distúrbios de ventilação pulmonar, a apnéia do sono (parada da respiração durante o sono), embolia pulmonar 9entupimento do pulmão), esteatose hepática (gordura no fígado), colelitiase (pedra na vesícula), varizes nas pernas,

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Plástica depois da redução de estômago requer tempo de espera

Plástica depois da redução de estômago requer tempo de espera




Muitas mulheres tem se submetido às cirurgias bariátricas para a redução do estômago na expectativa de realizar o sonho de ficarem magras e belas. A medida é encarada como positiva em casos de obesidade mórbida, quando o sobrepeso - além de causar doenças - diminui em até 20% o tempo de vida de um paciente. Boa parte delas, porém, não sabe que os resultados tão desejados só vêm em longo prazo, e se associados a outras cirurgias, como aquelas para a remoção do excesso de pele.



Isto acontece porque tais cirurgias não podem ser feitas imediatamente ao procedimento bariátrico, fato que causa muita frustração nas mulheres, ansiosas por exibir a nova silhueta. A retirada do excesso de pele, por sua vez, só deve ser realizada depois de um período médio de 12 a 18 meses, quando houver a estabilização do peso do paciente.



Veja abaixo os mitos e verdades sobre o procedimento cirúrgico para a remoção do excesso de pele e entenda como ele funciona.



A cirurgia plástica não tem riscos

Mito. A plástica é uma cirurgia grande e como outra qualquer oferece riscos. “Entre eles, infecções, aparecimento de hematomas e complicações anestésicas. Mas se o cirurgião tiver experiência e for de qualidade, os resultados negativos diminuem muito”, explica o Dr. Luiz Philipe Molina Vana, médico assistente de Cirurgia Plástica e Queimaduras do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).



A plástica pode ser feita no corpo todo logo após a cirurgia da redução de estômago

Mito. A plástica não pode ser realizada no corpo todo de uma só vez. Caso sejam necessárias várias cirurgias, o cirurgião e o paciente devem conversar e elaborar um tratamento para cuidar das áreas que mais incomodam, evitando realizar muitas intervenções. “Caso contrário, podem surgir complicações, como uma anemia profunda e até embolia pulmonar”, alerta Dr. Walter Zamarian Jr., membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.



Há um período que deve ser respeitado entre uma cirurgia de remoção e outra.

Verdade. Não é possível realizar uma cirurgia plástica logo após a de redução de estômago, pois isso interfere na cicatrização adequada, que normalmente envolve grandes incisões. Além disso, a mudança constante do peso corporal dificulta a realização de uma plástica definitiva, com o risco de uma flacidez decorrente da perda de peso. “Devemos repetir os exames pré-operatórios para ter certeza de que está tudo bem”, completa o Dr. Luiz Philipe.



A cirurgia deixa cicatrizes.

Verdade. Tudo dependerá das habilidades de um bom cirurgião e do organismo de cada pessoa. “Quanto maior a flacidez (excesso) de pele, maior a cicatriz resultante. Contudo, a cirurgia plástica faz de tudo para que as cicatrizes fiquem escondidas ou disfarçadas, quando possível”, explica Dr. Walter.



O paciente pode voltar a trabalhar logo em seguida ao pós-operatório

Mito. No primeiro mês, normalmente, há uma restrição para voltar ao trabalho, que varia de sete a 21 dias. Os médicos recomendam dormir de barriga para cima (exceção no caso de prótese de silicone nos glúteos) e evitar realizar esforços físicos, como por exemplo, academia. “Quando se operam as mamas, recomendamos três semanas sem dirigir. Após um mês, pode-se dormir de lado, fazer exercícios leves, caminhada, levantar os braços e com dois meses realizar qualquer tipo de esforço físico”, finaliza Dr. Walter.


Considerações da Luciane:

Pessoal eu fiz as plásticas de mama e abdomem depois de 1 ano e 10 meses de redução do estômago, estava com o peso estabilizado já há bastante tempo, cheguei na meta em 11 meses, portanto já estava mesmo na hora de fazer a tão sonhada plástica.
Qualquer dúvida a respeito me perguntem.

Bjs,
Luciane

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O Segredo ReveladoReeducação alimentar - O Segredo Revelado






Reeducação alimentar é um termo muito comentado ultimamente como o "segredo" para eliminar peso e ter uma vida mais saudável, livre de doenças e do efeito sanfona.

Mas você sabe no que consiste esse processo?

Durante toda a nossa vida, principalmente na infância, aprendemos o que e como devemos comer com nossos pais e pessoas da nossa convivência, nem sempre alimentos saudáveis.




Quando ficamos mais velhos ou nos deparamos com alguma doença como hipertensão, colesterol ou mesmo com o sobrepeso, tomamos consciência da importância da alimentação para uma vida melhor e descobrimos que não nos alimentamos de forma balanceada.



Aí é que entra a reeducação alimentar, que na verdade consiste na mudança de alguns hábitos, mas sem deixar de fora o que faz parte da cultura do indivíduo.



A principal coisa que devemos aprender é que a reeducação alimentar não consiste em deixar de comer tudo o que gosta e passar a comer somente frutas, verduras, legumes e alimentos light. Muito pelo contrário, é aprender que você pode comer tudo, mas sem exageros e de forma equilibrada.



O ideal é que o processo seja feito individualmente e com orientação de uma nutricionista, pois uma recomendação pode ser adequada para uma pessoa mas não será para outra. Deve-se levar em conta o estilo de vida, assim como a presença de doenças pré-existentes.



Mas de maneira geral podemos pontuar algumas atitudes que qualquer pessoa pode adotar para "reeducar" a sua alimentação:



- Beba de 8 a 10 copos de água por dia;



- Evite o consumo de alimentos industrializados e fast-food;



- Substitua refrigerantes por sucos de frutas naturais;



- Inclua alimentos integrais no seu cardápio;



- Evite o consumo de alimentos ricos em gordura como: frituras, carnes gordas, queijos amarelos, manteiga;



- Doces são permitidos, mas esporadicamente e em pequena quantidade;



- Pratique atividade física regularmente.

Estudo: excesso de açúcar é tão prejudicial quanto o cigarro


O açúcar é um veneno e deveria ter sua venda controlada assim como o cigarro e o álcool. A radical afirmação é a conclusão de cientistas americanos, que atribuem o consumo excessivo de açúcar em alimentos e bebidas ao crescimento de doenças como obesidade, câncer, problemas no coração e no fígado. As informações são do jornal britânico Daily Mail.




Eles acreditam que isso contribui para a morte de 35 milhões de pessoas por ano, em todo o mundo, o que na opinião dos pesquisadores é motivo suficiente para haver um maior controle e uma legislação mais rígida neste sentido. Em um artigo intitulado "A verdade tóxica sobre o açúcar", publicado no jornal Nature, os cientistas afirmaram: "um pouco não é um problema, mas muito mata - lentamente", sentenciaram.



Eles alertam, ainda, que a obesidade atualmente representa um problema maior do que a desnutrição em todo o mundo. Eles reforçam que o açúcar não só contribui para a obesidade, mas afeta o metabolismo como um todo, aumenta a pressão arterial, desequilibra os hormônios e faz mal ao fígado. Os danos causados também estão associados ao abuso do álcool - feito com açúcar destilado.



Os pesquisadores mostram que, assim como o álcool, o açúcar está disponível em larga escala, o que induz o abuso. Eles acreditam que a restrição seria mais efetiva do que educar as crianças sobre dietas ou exercícios físicos.



Sendo assim, o estudo sugere que a taxa sobre os refrigerantes seja dobrada, o que poderia reduzir sua venda; assim como regulamentações mais rígidas em escolas e lanchonetes. O artigo mostra também que o consumo de açúcar atual representa o triplo do que era consumido há 50 anos. Outras linhas de pesquisa se opõem a esta teoria, afirmando que a chave para a boa saúde está em uma dieta variada, incluindo atividades físicas.