LUTANDO CONTRA TUDO / Fighting against all

LUTANDO CONTRA TUDO / Fighting against all
Eu sou reduzida do estômago, operei no dia 21/02/2009 por videolaparoscopia, com o Dr Andrey (equipe do Dr. Almino) a cirurgia foi um sucesso, porém quando eu acordei da anestesia achei que fosse morrer (os relatos estão nas primeiras postagens) Passamos por momentos difíceis e parece que tudo vai desmoronar. Já se sentiu assim também? Pode ser no relacionamento com o parceiro, o ambiente ruim do trabalho, a casa que nunca consegue arrumar, os filhos pedindo atenção constante, mas e você, tem tempo para se cuidar? Nos propomos a mudar nossa vida, realizar projetos e nos dedicamos com toda energia em busca de um grande fim, mas nos esbarramos em situações que nos limitam e impedem de sermos grandes empreendedores. Não precisamos ir tão longe, temos vários exemplos que nos levaram a fracassar, principalmente quando tratamos sobre emagrecimento. Como é difícil nos mantermos firmes nos objetivos, mesmo sabendo quais são os caminhos do sucesso. Muitas vezes é a semana estressante, e mal temos tempo para cuidar de si mesmo. É preciso ter claro que as dificuldades não devem nos paralisar, pois quem está crescendo está sempre caindo, levando tombos, e sabemos que quando nos propomos a emagrecer, vamos cair muitas vezes. Sabemos que ao tomar uma decisão, vamos enfrentar dificuldades, mas temos que confiar de temos condições de superá-las, e chegar ao resultado almejado. Acomodar-se aos tombos e erros não é uma atitude assertiva, pelo contrário, só acarreta comportamentos negativos. Ao acreditarmos que somos capazes, usamos nossas competências e conhecimentos, gerando resultados eficazes e duradouros. É, parece que emagrecer depende de você mesmo e de sua disponibilidade de acreditar. Assumir a responsabilidade dos resultados de seu processo, é crescer, é tomar em suas mãos sua vida e dar conta de seu desejo.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Eu mereço muitoooooooooo!!!

Estou tão cansada hoje, para dizer a verdade acabada, com dor de garganta e cabeça, sabe quando seu corpo pede cama o tempo todo? Acho que seria capaz de dormir o dia todo.

Sexta eu fui em um barzinho no largo da matriz na Freguesia, fomos eu a Sol e as crianças.

Sábado eu fui dançar e estava muito bom, eu dancei loucamente...claro que algumas lembranças não paravam de vir em mente...mas logo passou...

Se tem algo que aprendi ao longo dos anos foi me valorizar eu quero quem me quer, vou amar quem me ama e vou dedicar meu tempo á quem se dedicar a mim, chega de me contentar com pouco, pouco eu tive quando eu era casada e gorda, eu mereço muitooooooooooo e não pouco!

Esta foto foi tirada sexta agora 18_05_12 / 3 anos e 3 meses de operada  57 kg

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Obesidade infantil

A obesidade é definida como excesso de gordura corporal. Vem aumentando gradativamente nos últimos anos, sendo considerado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) problema atual de saúde pública, atingindo elevadas proporções principalmente entre a população infantil.

Segundo dados recentes do Ministério da Saúde, a obesidade afeta 21,7% da população brasileira com idade entre 10 e 19 anos. Sendo que uma em cada três crianças com idade entre 5 e 9 anos sofre de obesidade em diferentes graus.

Os maus hábitos alimentares da família, a falta de tempo dos pais para a organização da alimentação da casa, as propagandas de alimentos nada saudáveis na TV, entre outros, são fatores que contribuem muito para o crescimento do número de crianças acima do peso saudável.

O sobrepeso ou a obesidade ainda na infância não são necessariamente resultado de uma superalimentação. Existem outros fatores importantes, como a ingestão de produtos ricos em calorias, como sucos industrializados, refrigerantes ou fast food.

De acordo com dados do IBGE, quase 50% dos adolescentes comem fora de casa no dia a dia. Entre os itens mais consumidos na rua estão salgadinhos (fritos, assados ou industrializados), pizza, refrigerante e batata frita.


A televisão também pode ser considerada um fator ambiental que contribui para o aumento da obesidade entre crianças e adolescentes, uma vez que, a propaganda de alimentos tem sido considerada um dos grandes obstáculos para escolhas alimentares saudáveis.

Além disso, a falta de também é um fator que contribui para a obesidade infantil. A falta de atividade física da criança urbana de hoje é considerada uma das principais causas da epidemia de obesidade infantil que se alastra em diversos países, inclusive o nosso. O número de horas que a criança passa diante da TV, entretida com programas infantis ou videogames, está diretamente ligado ao aumento de peso.

Sendo que a obesidade infantil pode afetar a saúde da criança de diversas formas. A baixa autoestima pode dificultar o relacionamento social da criança, estudos mostram que crianças obesas apresentam uma maior tendência para desenvolver problemas psiquiátricos quando comparadas a crianças não obesas.

A obesidade infantil tende a se estender para a idade adulta, cerca de 40-70% das crianças que chegam obesas na adolescência se tornam obesas também na fase adulta. Os problemas cardiovasculares e respiratórios que se iniciam na infância podem se agravar com os anos.

Além disso, a quantidade de gordura corporal total e os depósitos localizados de gordura estão associados ao desenvolvimento de várias doenças crônicas, tais como aterosclerose, doença coronariana, hipertensão e diabetes mellitus.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Conheça os alimentos que mais causam má digestão Carnes vermelhas, leite, tomate e pepino têm fama de indigestos

Não existem alimentos exclusivamente indigestos para todas as pessoas. Cada indivíduo é mais sensível a esse ou aquele ingrediente. Mas a culpa não é só da comida. Os hábitos alimentares também influenciam. 

Segundo a gastroenterologista da Universidade Federal de São Paulo Luciana Lobato, há, na verdade, quatro razões para a má digestão: alimentos que você come, a maneira como você os consome, a quantidade de líquidos ingerida durante as garfadas e doenças associadas aoaparelho digestivo. Conheça os alimentos que sofrem o maior número de queixas em relação à digestão.


Conheça os alimentos que causam má digestão - Foto: Getty Images


Alimentos gordurosos, como ovos, carnes vermelhas, derivados de leite e frituras, são famosos por dar azia. As gorduras presentes nesse tipo de comida podem mesmo comprometer o processo digestivo, já que retardam o esvaziamento do estômago
Conheça os alimentos que causam má digestão - Foto: Getty Images
Frutas cítricas são vistas como grandes causadores de dores de estômago. Manga, laranja, abacaxi, tangerina e morango realmente aumentam a dor de quem tem gastrite ou úlcera. Essas pessoas devem dar preferência às frutas alcalinas, como banana, uva-passa, mamão e melão. Porém, para quem não enfrenta esse tipo de problema, o limão, por exemplo, ajuda a digerir alimentos pesados, principalmente as carnes
Conheça os alimentos que causam má digestão - Foto: Getty Images
Cafeína, presente no café, na maioria dos chás e nos refrigerantes de cola, é outro item a ser evitado por quem apresenta gastrite ou úlcera, já que estimula acidez no estômago. Mesmo pessoas saudáveis apresentam sintomas de azia com o uso exagerado da substância. Além disso, o café relaxa os músculos que impedem a passagem dos alimentos do estômago para o esôfago. Por isso, o consumo excessivo de cafeína pode facilitar a volta da comida para a garganta, causando vômitos e sensação de queimação
Conheça os alimentos que causam má digestão - Foto: Getty Images
Apesar de serem antioxidantes e, portanto, ajudarem a diminuir o risco de alguns tipos de câncer, os tomates podem causar azia e má digestão. O ideal é consumi-los três vezes por semana. Segundo uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas, os benefícios do tomate para a saúde são potencializados com o cozimento. Portanto, fazer um molho, de preferência usando azeite extra-virgem e outros ingredientes saudáveis, é a melhor pedida
Conheça os alimentos que causam má digestão - Foto: Getty Images
Quando ingerimos líquidos, principalmente refrigerantes, com as refeições, o suco gástrico é diluído, modificando o pH local e fazendo com que a atividade enzimática fique comprometida. Isso piora a eficiência na absorção de vitaminas e minerais e contribui com a má digestão das proteínas. Assim, podem surgir, dependendo da pessoa, diarreia ou constipação
Conheça os alimentos que causam má digestão - Foto: Getty Images
A melancia tem fama injusta de indigesta. A impressão de que a fruta causa má digestão vem dos movimentos intestinais que ela causa em função de suas fibras insolúveis. Na verdade, a digestão da melancia é fácil, já que ela é composta basicamente por água
Conheça os alimentos que causam má digestão - Foto: Getty Images
O pepino, um legume da mesma família da abóbora e da abobrinha, é indigesto para muitas pessoas. Para evitar o problema, não descasque o pepino. Assim, além de não dar má digestão, ainda neutraliza a acidez estomacal
Conheça os alimentos que causam má digestão - Foto: Getty Images
O pimentão, rico em cálcio, fósforo, ferro e sódio, é outro vegetal com fama de causador de má digestão. Para que ele não fique indigesto, existe um truque: esquente-o no fogo por alguns instantes e remova a pele antes de acrescentá-lo em um prato
Conheça os alimentos que causam má digestão - Foto: Getty Images
O leite e seus derivados são alguns dos alimentos que mais causam reclamações com relação à dificuldade de serem digeridos. Isso acontece porque, atualmente, muitas pessoas têm intolerância à lactose (dificuldade para digerir a substância, seguida de náusea, vômito ou diarreia) ou má digestão da lactose (problema em processar esse carboidrato, mas sem incômodos subsequentes). Estima-se que 50% dos adultos tenham intolerância. Para essas pessoas, é aconselhável substituir o leite por bebidas vegetais de digestão mais fácil, como os leites de arroz, quinoa, aveia, amêndoas e soja. Além disso, hoje já existem cápsulas de lactase, suplemento alimentar que auxilia na digestão da lactose

Dez tipos de alimentos capazes de agravar a gastrite

Quem sofre com a gastrite sabe bem o quanto incomoda a queimação, o aperto, a cólica e o estufamento que vira e mexe teimam em aparecer. Todas essas sensações fazem parte deste quadro inflamatório. O desconforto aparece, principalmente, na parte mais alta da barriga, na boca do estômago. Muitas pessoas, por desinformação sobre a doença, agravam os sintomas com uma alimentação inadequada e nem se dão conta do quanto que a comida pode irritar a mucosa gástrica. Alguns alimentos favorecem a secreção de ácido gástrico e, por isso, devem ser ingeridos com cautela, pois agridem as paredes do estômago. A seguir, veja quais são eles e 



1.Produtos ricos em corantes e conservantes, como sucos em pó e salgadinhos. "Uma vez instalada a inflamação, esses condimentos tem um grande potencial de agravar ainda mais o quadro, pois causam a irritação da mucosa gástrica", afirma a nutricionista Amanda Epifânio, do Centro Integrado de Terapia Nutricional (Citen).
Adolescentes mascando chiclete
2. Gomas de mascar. Chicletes, com ou sem açúcar, também são nocivos. O estômago se prepara para receber o alimento sempre que mastigamos algo. Esse preparo envolve a produção de uma quantidade adequada de ácido para o processo digestivo. "Com a chegada do alimento, esse ácido desempenha sua função e não é lesivo à parede gástrica. Mas, ao mastigar a goma de mascar, o estômago é 'enganado'. Não ocorre a chegada de alimento na cavidade gástrica e, portanto, a quantidade de suco gástrico produzido pode ferir o estômago e fazer a gastrite atacar", adverte a nutricionista Amanda Epifânio.
Embutidos
3. Frituras e embutidos, como os salgadinhos de festa, salsicha, salame e mortadela. O efeito dos embutidos está associado à quantidade de corantes e conservantes que esses alimentos contêm, causando irritação da parede do estômago. Com as frituras, o processo é muito semelhante. "Preparações fritas, principalmente, de óleos reutilizados, causam grande irritação gástrica e agravam os sintomas da gastrite. Isto acontece porque eles produzem substâncias oxidantes que agravam a irritação gástrica", afirma Amanda Epifânio. Entretanto, essa irritação não se restringe apenas às frituras encharcadas. "As frituras sequinhas, com aparência inofensiva, são, em geral, fritas em gordura hidrogenada ou trans. Essa qualidade de gordura é a que mais irrita o estômago e tem um potencial de aumentar ainda mais a inflamação", conclui a especialista.
Carnes vermelhas
4. Carnes vermelhas. O estômago é responsável apenas pela digestão de alimentos protéicos, como as carnes, induzindo ainda mais a liberação das enzimas digestivas e podendo agravar a inflamação. Segundo a nutricionista Amanda Epifânio, além das proteínas, as gorduras presentes em alguns cortes de carne, como a picanha, tornam a digestão mais lenta, deixando o alimento parado no estômago por um período maior, piorando assim os sintomas gástricos.
Leite e derivados
5.Leite e seus derivados, como iogurte, manteiga, requeijão e queijos. O leite e seus derivados fazem parte dos alimentos protéicos, e a alteração digestiva é semelhante à das carnes. Seu consumo nunca deve ser utilizado na tentativa de melhorar a dor gástrica, pois haverá uma melhora imediata em resposta à chegada de alimento no estômago, mas o agravamento da gastrite virá logo em seguida.
Mulher comendo bolo
6. Açúcar e doces, como bolos, biscoitos recheados, sorvete e balas. O açúcar tem uma rápida digestão, podendo aumentar a fermentação intestinal e causar o desconforto gástrico. "As balas têm função semelhante a das gomas de mascar e os sorvetes, por serem à base de leite e ricos em gorduras, agravam ainda mais a gastrite", explica Amanda.
Pimenta
7.Condimentos fortes, como pimenta, temperos prontos, molho shoyu, catchup, mostarda. Ninguém em sã consciência colocaria uma gota de pimenta em uma ferida exposta, não é mesmo? O mesmo vale para o nosso estômago. "Na gastrite, há um processo inflamatório e o consumo de pimenta poderá ferir ou agravar a lesão inicial. Os demais molhos são ricos em conservantes e condimentos que também pioram o quadro", adverte a especialista.
Café
8. Cafeína, presente no café, nos chás preto e mate e nos refrigerantes à base de cola. Esta substância é um potente irritante gástrico e deve ser evitada durante o tratamento da gastrite.
Frutas cítricas
9. Frutas cítricas, como laranja, mexerica, limão, maracujá, abacaxi e kiwi. De acordo com a nutricionista Amanda Epifânio, o teor de acidez das frutas cítricas pode agravar a lesão gástrica e causar dor.
Cerveja
10.Bebidas alcoólicas. O álcool também é extremamente agressivo à mucosa estomacal. Ele pode causar e/ou agravar um estado de inflamação.

Desvende 14 mitos e verdades sobre o leite Saiba os reais benefícios e quando o consumo da bebida deve ser evitado

O hábito de ingerir leite de vaca gera controvérsias. Há especialistas que condenam a bebida com a alegação de que traz malefícios, enquanto outros defendem o consumo diário para suprir uma série de nutrientes que o organismo precisa, com destaque para o cálcio. Mocinho ou vilão, o fato é que o leite de vaca carrega diversos mitos sobre o seu consumo. Neste Dia Internacional do Leite, lembrado no dia 24 de junho, esclareça a seguir as dúvidas mais comuns, respondidas pelas nutricionistas Adriana Mesquita e Maria Claudia dos Santos, do Hospital São Luiz em São Paulo, e Patrícia Ornellas, do Saison Spa no Rio de Janeiro



1. O leite orgânico é mais seguro que o leite normal
Mito, os dois são seguros para o consumo. "A diferença do orgânico é que as vacas produtoras não recebem hormônios ou antibióticos para aumentar a produção de leite", esclarece a nutricionista Patrícia. Essas vacas também não se alimentam de pastos com fertilizantes, o que torna o leite orgânico mais puro e a opção que mais preserva o meio ambiente.

No entanto, o governo brasileiro estabelece regras rígidas de segurança para garantir que todo leite comercializado esteja livre de resíduos que possam ser prejudiciais ao organismo. Por isso, tanto a versão convencional quanto a orgânica são consideradas seguras.
Pedras nos rins - Foto: Getty Images
2. A ingestão de leite causa pedras nos rins. 
Mito. A nutricionista Patrícia conta que o cálculo renal está, sim, relacionado ao cálcio, mineral presente em abundância no leite e derivados. "O cálcio em excesso no organismo tende a se depositar e ocasionar cálculo nos rins", explica.

Só que reduzir o cálcio da alimentação não é a solução para evitar o problema. Na verdade, estudos e especialistas indicam que esse mineral - na medida certa - pode até ajudar na proteção dos rins. Em vez de banir o leite da alimentação, portanto, o ideal para prevenir complicações renais é beber bastante água, evitar álcool em excesso e reduzir o consumo de sal.  
Leite desnatado ou integral? - Foto: Getty Images
3. Leite desnatado é somente leite integral com água adicionada.
Mito. O leite desnatado apenas tem um teor reduzido de gordura saturada e colesterol. Não há acréscimo de água - garante a nutricionista Patrícia - e não há redução de nutrientes.

Há quem afirme que a versão desnatada tem mais cálcio - o que seria positivo para prevenção da osteoporose - e mais sódio - o que seria negativo, principalmente, para hipertensos. A nutricionista Adriana, porém, diz que a diferença é irrelevante, já que as quantidades desses minerais - assim como de outros nutrientes - são semelhantes nos dois tipos de leite. 
Leite faz bem ou mal? - Foto: Getty Images
4. O leite deveria ser evitado na alimentação. 
Mito. Há contradições, mas ainda prevalecem estudos e especialistas que afirmam que o leite só deve ser evitado em caso de alergias. "A bebida é ótima fonte de proteína e o cálcio que ela contém é mais bem absorvido pelo corpo, se comparada a outros alimentos que também sejam fonte desse mineral", alega Patrícia.  
Ganho de peso - Foto: Getty Images
5. Laticínios causam ganho de peso.
Verdade, assim como todo alimento em excesso que contenha gordura e calorias. Por isso, o ideal é ingerir as versões com teor reduzido de gordura que, se consumidas na medida certa, não provocam quilos extras. 
Leite desnatado tem colesterol - Foto: Getty Images
6. Leite desnatado não tem colesterol.
Mito. A nutricionista Maria Claudia afirma que todos os alimentos de origem animal possuem colesterol. "O que ocorre com o leite desnatado é que, com a redução das gorduras do alimentos, o teor de colesterol livre também diminui", explica a profissional.  
Acne não é causada por leite - Foto: Getty Images
7. Leite causa acne. 
Mito. A nutricionista Patrícia lembra que ainda não está comprovado. "Existe um estudo que demonstra que os hormônios das vacas podem funcionar como pré- hormônios no sistema enzimático das glândulas de gordura", explica. O estudo é de Harvard (EUA), que indica que esses hormônios seriam semelhantes aos causadores de acne na pele humana. No entanto, ainda faltam mais pesquisas para comprovar essa relação. 
Alergias ao leite - Foto: Getty Images
8. Alergia à proteína do leite é diferente de alergia à lactose. 
Verdade. Alergia à proteína é uma resposta imunológica do corpo contra a proteína do leite, que pode ser de vaca, cabra, búfala etc. "O organismo entende essa proteína como um agente estranho que precisa ser combatido e desencadeia reações alérgicas, como diarréia e urticária", explica a nutricionista Patrícia.

Já alergia à lactose é a falta ou deficiência da produção de uma enzima chamada lactase, que serve para digerir a lactose - o açúcar natural do leite. Patrícia conta que, quando não absorvida, essa substância é fermentada por bactérias do intestino grosso, levando à diarreia.  
Leite e derivados - Foto: Getty Images
9. Se a pessoa for intolerante à lactose, deve evitar todos os laticínios. 
Mito. "O que ocorre é que o grau de intolerância à lactose varia em cada caso, podendo se apresentar de uma forma mais ou menos agressiva", conta a nutricionista Adriana. Com isso, muitas pessoas não podem consumir o leite em excesso, porém apresentam boa aceitação de seus derivados. O melhor é sempre seguir as orientações de médicos e nutricionistas. 
Leite após exercícios - Foto: Getty Images
10. Tomar leite depois de praticar exercícios físicos é uma boa opção. 
Verdade. Um estudo realizado pela Universidade do Canadá constatou que mulheres que bebem dois copos grandes de leite por dia, após a sua rotina de musculação, ganham mais massa muscular e perdem mais gordura em comparação às mulheres que bebem energéticos.

"O leite repõe perdas da transpiração e atua no restabelecimento da hidratação", explica Patrícia. Por isso, a bebida é uma boa opção após atividades físicas para restituir as funções normais do organismo, principalmente a versão desnatada.  
Leite de soja - Foto: Getty Images
11. Bebida à base de soja é tão nutritivo quanto leite de vaca. 
Depende. A bebida à base de soja, se fortificada, pode conter a mesma quantidade de determinados nutrientes, quando comparado ao leite de vaca. "Mas precisamos nos atentar se os nutrientes adicionados à esta bebida são absorvidos tão facilmente quanto os presentes no leite de vaca", lembra Maria Claudia.

De acordo com ela, isso ocorre porque, muitas vezes, o nutriente acrescentado ao produto não está na sua forma de mais fácil absorção. "Por isso, temos que consumir um maior volume da bebida à base de soja para ter os mesmos nutrientes presentes no leite comum", completa.  
Leite e puberdade - Foto: Getty Images
12. A ingestão de leite causa puberdade precoce.
Mito. Segundo Maria Claudia, não há comprovação de que ingerir leite causepuberdade precoce. O que ela aconselha é exatamente uma alimentação com o leite presente, que é uma fonte significativa de cálcio e não deve ser eliminada durante a puberdade.  
Resfriado - Foto: Getty Images
13. Ingerir leite quando se está resfriado causa aumento de muco. 
Mito. Não há estudos que comprovem essa relação, de acordo com a nutricionista Adriana. "As pessoas podem confundir o espessamento temporário da saliva após a ingestão do leite com muco", conta.  
Gastrite - Foto: Getty Images
14. Pessoas com gastrite devem evitar tomar leite.
Verdade, mas depende da forma que ele é ingerido. "O consumo isolado da bebida deve ser evitado por provocar um aumento no suco gástrico para digestão dos nutrientes", conta Maria Claudia, que aconselha ingerir o leite junto com outros alimentos.  

sexta-feira, 4 de maio de 2012



8 LIÇÕES PARA ACABAR COM O PENSAMENTO GORDO



Evite o radicalismo e divirta-se com uma nova alimentação.




É só decidir encarar a dieta que você se transforma em um aficionado por qualquer tipo de prato, seja ele doce ou salgado? O comportamento é natural, segundo a responsável pela equipe nutricional do Dieta e Saúde, Roberta Stella. Quando não existe nenhuma restrição ou alteração alimentar, o ato de escolher os alimentos é espontâneo. Já quando se está de dieta, é preciso analisar características como tamanho das porções, qualidade nutricional e quantidade de pontos fornecida, exemplifica a especialista.







O fato é que tanta preocupação pode acabar confundindo seus sentidos.







Roberta afirma que nem sempre a vontade de consumir tentações é maior, depois de dar o pontapé inicial à reeducação alimentar. É uma falsa sensação, criada pela atenção que a comida está recebendo , desaponta quem usa o desejo por certos alimentos como pretexto para não investir em um cardápio equilibrado.







Mas se você sofre com a irresistível vontade de se deliciar com um pratão de macarronada, seguido de uma sobremesa com muito chocolate, atente para as dicas da nutricionista que ensina alguns truques para espantar o pensamento gordo.







1. Mude seus conceitos: não encare verduras, legumes e frutas como um sacrifício para emagrecer. Eles são fundamentais em uma alimentação saudável e precisam fazer parte da sua rotina alimentar. Sem contar que, devido à variedade de nutrientes que contêm, trazem diversos benefícios ao seu corpo, ressalta a especialista do Dieta e Saúde. Além disso, existem tantas opções, que é impossível odiar todas. Alguma, certamente, agrada o seu paladar.







2. Direcione seu foco: está claro que você precisa estar atento a tudo que leva à boca quando está de dieta, mas isso não significa que seu pensamento deve estar totalmente voltado para a comida. Quando não estiver na hora das refeições, faça alguma coisa que te distraia como ler um livro, ouvir música, assistir a um filme, enumera Roberta. Isso evita que você pense excessivamente nos alimentos, completa.







3. Previna-se das tentações: caso você ainda se sinta vulnerável diante das suas delícias preferidas, evite dar de cara com elas. Não se exponha a situações de risco, brinca a nutricionista. A solução apontada por ela é, na hora das compras, fugir das gôndolas e corredores que abrigam os alimentos tentadores, como bolachas recheadas e chocolates, por exemplo.







4. Escape das armadilhas: você não precisa deixar de sair com seus amigos só porque eles sempre pedem sua sobremesa preferida. E também não precisa nem deve ficar chupando o dedo. Não hesite na hora da sobremesa, peça uma fruta; dá a alternativa, Roberta. Se surgirem comentários descritivos das sobremesas saboreadas pela turma, mude de assunto.







5. Mire no alvo: se você está pensando em matar uma das refeições principais para se esbaldar com um doce, afaste esta idéia para bem longe. Jamais pule uma refeição para compensar com um doce ou salgado muito calórico. O máximo que você consegue é, em vez de economizar calorias, se privar de diversos nutrientes, alerta a especialista.







6. Na dúvida, fique com o trivial: diante da variedade dos cardápios de restaurantes, opte pelos pratos mais simples, que, certamente, serão os menos calóricos. Prefira um prato de arroz, feijão, carne grelhada, legumes e verduras a uma fatia de torta ou quiche com salada e molho. Não se esqueça de trocar a mousse por uma fruta, na sobremesa, aconselha a nutricionista do Dieta e Saúde.







7. Abandone o radicalismo: mude seus hábitos alimentares visando um cardápio balanceado, que favoreça sua saúde. Segundo Roberta, nenhuma restrição excessiva é saudável. Portanto, nada de pular o café-da-manhã para abusar no almoço. Planejando todas as refeições, você não chega afoito e faminto em nenhuma delas.







8. Pense positivo e aja da mesma forma: esqueça a idéia de que, para emagrecer, é preciso passar fome de barriga vazia, certamente você vai sentir mais vontade de devorar qualquer prato. A partir daí, mude também as suas atitudes, programando suas refeições, que devem somar cinco a seis por dia (café da manhã, almoço, jantar e pequenos lanches intermediários). É comum as pessoas que seguem uma orientação nutricional questionarem a quantidade dos alimentos que vão ingerir, ao seguirem o cardápio programado. Elas duvidam que irão emagrecer, comendo mais do que costumam comer , conta Roberta. Ela explica que, optando por alimentos mais saudáveis e com menor pontuação, dá sim para treinar mais a mastigação, quando se está de dieta. Além disso, uma alimentação saudável permite que você consuma uma variedade maior de nutrientes.







10 atitudes para ajudar no emagrecimento





Se você é daquelas pessoas que imaginam que emagrecer é uma simples questão de restrição de calorias está na hora de reavaliar as suas atitudes durante a dieta. Ter um novo pensamento, buscar novas ações e pensar que dieta é um período de mudanças que deve levar a uma alimentação adequada durante toda a vida é uma nova maneira de buscar, além do emagrecimento, uma melhor qualidade de vida.



Siga as dicas abaixo e mude a forma de fazer dieta:







1. Pense a longo prazo

Não importa a quantidade de peso que deseja emagrecer, você deve pensar em uma eliminação de peso gradual. Trabalhe com a perda de meio a um quilo por semana.







2. Tenha atitudes positivas

Pensamento positivo atrai atitudes corretas e estimulantes. Por isso, nada de desânimo ou de pensar que você não consegue ou que o mundo conspira contra o seu objetivo. Tudo na vida exige uma postura firme e determinação. Pensamento positivo atrai atitudes corretas e estimulantes







3. Foco na meta de peso

A sua atenção deve estar focada no objetivo de peso e não nos alimentos que você pode comer ou deve evitar. A boa escolha alimentar será consequência.







4. Fuja do estresse e da ansiedade

Corte o mal pela raiz. Nenhum alimento por mais doce que ele seja será capaz de dar o fim no estresse e na ansiedade. Quando perceber que irá descontar nos alimentos todo o peso da rotina do dia, desvie a sua atenção daquele alimento que faz a luz vermelha da dieta piscar. Assistir a um bom filme, caminhar pelo bairro, ler um livro, ouvir música colocam o pensamento bem longe da alimentação.







5. Assuma a responsabilidade

Se você opta por dietas da moda ou altamente restritas, as chances de conseguir o que deseja e, principalmente, manter o peso, são mínimas. Assuma que a mudança na alimentação deve ser para a vida e não para a próxima festa ou encontro social. Não terceirize a vitória e o seu sucesso. Você somente irá conseguir se responsabilizando pelas suas atitudes.









6. Não se dê desculpas

Como resistir ao bombom ou ao doce que está na gaveta do escritório ou na despensa da cozinha? É quase impossível! Por isso, antes de plantar a sua própria armadilha, pense muito bem o porquê de deixar tão facilmente disponíveis esses alimentos tentadores. Você realmente quer emagrecer? Se sim, comece a oferecer esses alimentos para os seus amigos, livre-se deles. Evidentemente, você poderá comer um bombom, mas esporadicamente e não todos os dias.







7. Se cair, levante

Pessoas magras também exageram na alimentação. Elas não ganham peso porque logo em seguida retomam uma alimentação equilibrada em calorias. Se você exagerar, não faça disso o estopim para jogar o seu objetivo para o alto! No momento seguinte, retome a dieta e não faça uma restrição exagerada por conta disso como, por exemplo, dietas desintoxicantes, à base de sucos ou de sopas.









8. Prepare-se para experimentar

Em vez de pensar no que você não poderá comer, pense no que você poderá! Novos sabores, texturas e muitos novos alimentos que não fazem parte da sua rotina alimentar poderão ser provados. O seu paladar será estimulado, testado e você terá novos alimentos para variar as suas refeições.







9. Se informe

Quanto mais informações você tiver sobre alimentação saudável mais saberá diferenciar o que é correto ou não para o seu emagrecimento e para a sua saúde. Evite promessas de um rápido emagrecimento. Se a promessa é de eliminar mais do que 1 quilo por semana, cuidado! A sua saúde e autoestima estão em jogo.







10. Siga em frente

Mantenha sempre em mente as boas atitudes que não farão você desistir do seu objetivo final. Quanto mais certeza tiver de que está colhendo os resultados esperados, mais estimulado ficará para manter uma boa qualidade de vida e de peso por um longo período.







Roberta Stella

Nutricionista Dieta e Saúde