LUTANDO CONTRA TUDO / Fighting against all

LUTANDO CONTRA TUDO / Fighting against all
Eu sou reduzida do estômago, operei no dia 21/02/2009 por videolaparoscopia, com o Dr Andrey (equipe do Dr. Almino) a cirurgia foi um sucesso, porém quando eu acordei da anestesia achei que fosse morrer (os relatos estão nas primeiras postagens) Passamos por momentos difíceis e parece que tudo vai desmoronar. Já se sentiu assim também? Pode ser no relacionamento com o parceiro, o ambiente ruim do trabalho, a casa que nunca consegue arrumar, os filhos pedindo atenção constante, mas e você, tem tempo para se cuidar? Nos propomos a mudar nossa vida, realizar projetos e nos dedicamos com toda energia em busca de um grande fim, mas nos esbarramos em situações que nos limitam e impedem de sermos grandes empreendedores. Não precisamos ir tão longe, temos vários exemplos que nos levaram a fracassar, principalmente quando tratamos sobre emagrecimento. Como é difícil nos mantermos firmes nos objetivos, mesmo sabendo quais são os caminhos do sucesso. Muitas vezes é a semana estressante, e mal temos tempo para cuidar de si mesmo. É preciso ter claro que as dificuldades não devem nos paralisar, pois quem está crescendo está sempre caindo, levando tombos, e sabemos que quando nos propomos a emagrecer, vamos cair muitas vezes. Sabemos que ao tomar uma decisão, vamos enfrentar dificuldades, mas temos que confiar de temos condições de superá-las, e chegar ao resultado almejado. Acomodar-se aos tombos e erros não é uma atitude assertiva, pelo contrário, só acarreta comportamentos negativos. Ao acreditarmos que somos capazes, usamos nossas competências e conhecimentos, gerando resultados eficazes e duradouros. É, parece que emagrecer depende de você mesmo e de sua disponibilidade de acreditar. Assumir a responsabilidade dos resultados de seu processo, é crescer, é tomar em suas mãos sua vida e dar conta de seu desejo.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

DEPRESSÃO...


Depressão: Algumas Informações

Sintomas de Depressão
A depressão é um humor negativo, persistente e prolongado que interfere com vários aspectos da vida da pessoa. Os sintomas variam com a gravidade da depressão. Os mais comuns são os sentimentos de tristeza e ansiedade, um humor instável, por vezes crises de choro sem motivo aparente e sintomas como alterações do apetite e do sono, redução dos níveis de energia, da capacidade de concentração e da auto-estima e sentimentos de falta de esperança. Nas depressões mais graves, estes sintomas surgem de forma mais acentuada e acrescidos de uma diminuição clara do prazer em todas ou quase todas as actividades anteriormente consideradas agradáveis, uma alteração do nível de actividade motora (isto é, a pessoa fica ou mais lenta ou mais agitada), sentimentos de desvalorização ou culpa excessiva e pensamentos recorrentes acerca da morte (podem ocorrer pensamentos sobre suicídio, planos concretos de suicídio ou mesmo tentativas de suicídio).
Geralmente tudo se passa gradualmente, não necessariamente com todos os sintomas em simultâneo - aliás, é difícil ver todos os sintomas juntos. A intensidade dos sintomas pode variar com a altura do dia. Em geral, a pessoa sente-se melhor à medida que o dia avança, mas em algumas pessoas os sintomas pioram à noite As flutuações nestes sintomas são comuns - quando a pessoa se sente bem durante alguns dias, isso cria a falsa impressão de que está a melhorar.
Até que se faça o diagnóstico, praticamente todas as pessoas possuem explicações para o que se está a passar com elas, julgando sempre ser um problema passageiro. Contudo, se a depressão não tiver tratamento, os sintomas tornam-se cada vez mais evidentes. A pessoa pode levar à prática as tentativas de suicídio, ou pode retrair-se ao extremo de passar a maior parte do tempo na cama, isolada de tudo e de todos.
Tristeza e Depressão
A palavra «depressão» é frequentemente usada por muitas pessoas para descrever «fases más» ou períodos em que se sentem «em baixo». Contudo, estes sentimentos de tristeza são normais, sendo que a maior parte das pessoas os experiencia como reação adequada e adaptativa a um dado acontecimento, muitas vezes envolvendo uma perda. É o caso da tristeza que acompanha a morte de uma pessoa que nos é querida, o fim de uma relação importante ou o fracasso de um projecto pessoal ou profissional. Quando a causa da tristeza é evidente para o indivíduo, ele pode esperar com algum grau de certeza que ela seja moderada e desapareça gradualmente.
Por outro lado, existe a depressão – causada pelas perdas anteriormente referidas, com outras causas ou sem causa aparente - que se torna demasiado intensa ou que se prolonga há demasiado tempo. Quando não existe uma causa visível, a depressão pode piorar, uma vez que a pessoa não consegue entender o porquê de se sentir desta forma, sendo que a sensação de perda de controlo agrava os sentimentos depressivos. Este segundo caso pode constituir uma forma de depressão mais disfuncional, e precisa muitas vezes de ser abordada directamente para que possa evoluir e desaparecer.
Uma boa comparação que podemos fazer para esclarecer as diferenças entre a tristeza e a depressão é a seguinte: Tanto numa região com clima tropical como numa região com clima polar, existirão variações no tempo, dias mais quentes e dias mais frios. O clima é o estado de humor e o tempo as variações que existem dentro desse estado. Tanto a pessoa não deprimida como a deprimida terão dias melhores e piores, mas os de uma não se comparam aos de outra.
Por que surge?
Acredita-se que a depressão tenha um substrato bioquímico, ao nível dos mecanismos que controlam o estado de humor, sendo que esta ideia é apoiada pela comprovada eficácia dos antidepressivos, que actuam sobre esses mecanismos. Este substrato bioquímico poderá ser parcialmente genético e parcialmente adquirido ao longo da vida.
Contudo, no desencadear dos episódios depressivos são fundamentais, mais do que os eventuais factores bioquímicos, os factores sociais, ambientais e relacionais. As crises depressivas estão muito relacionadas com acontecimentos perturbadores e também com fases críticas do ciclo vital da pessoa (adolescência, maternidade, velhice…). Os acontecimentos perturbadores provavelmente disparam a depressão nas pessoas predispostas, vulneráveis.
Como se mantém?
Uma vez instalada, a depressão tende a perpetuar-se a si própria. A pessoa desenvolve uma perspectiva negativa de si própria, das suas experiências e do seu futuro, e tudo o que lhe acontece a partir desse momento é distorcido de forma a comprovar estas perspectivas. A pessoa passará a: 1) exagerar os aspectos negativos (por exemplo, fazer equivaler um fracasso numa determinada tarefa a uma total ausência de valor pessoal); 2) deixar de perceber os aspectos positivos (por exemplo, minimizar um sucesso numa determinada área dizendo que foi «apenas sorte»); 3) interpretar factos positivos ou neutros a uma luz negativa (por exemplo, assumir que se uma pessoa não correspondeu ao meu cumprimento na rua é porque me odeia e fingiu deliberadamente que não me viu). A pessoa fica prisioneira do seu próprio pessimismo. Não é pois de admirar que a tristeza, a inércia e todos os outros aspectos da depressão tendam a manter-se ou mesmo a agravar-se.
Muito importante é salientar que a depressão não é sinal de preguiça, fraqueza, falha de carácter ou falta de força de vontade. Aliás, a maior parte das pessoas deprimidas têm altíssimos padrões de exigência pessoal o que constitui, isso sim, um dos agravantes dos seus sentimentos de depressão.

2. Lidar com a depressão

Primeiro que tudo: a depressão é tratável. Muitas vezes é difícil para uma pessoa deprimida acreditar que poderá algum dia vir a deixar de o estar, e isto deve-se precisamente à desesperança e sensação de falta de controlo sobre a vida que são inerentes à própria depressão. Portanto, o que aqui se sugere é que, mesmo mantendo como hipótese a ideia de que «isto não vai mudar», a pessoa se dê a si própria a possibilidade de descobrir o contrário.
Posto isto, há que ter em conta que as sugestões que se seguem são ideias muito simples, em alguns casos pouco mais do que senso comum, e não pretendem de forma alguma ser «a fórmula mágica para a cura da depressão» - procuram ser apenas um ponto de partida para começar a abordar o problema.
Abordagem nº1: Cuidar do corpo
O apetite, o sono, o desejo sexual e a capacidade de relaxar são alguns dos aspectos físicos afectados pela depressão. Por este motivo, agir sobre os sintomas físicos é uma forma de agir sobre a depressão. Sugestões:
1) Tente comer mais fruta e vegetais e mais farináceos. Reduza o álcool e cannabis (são substâncias com efeito depressor a curto prazo, aumentando a intensidade dos teus sintomas).
2) Durma e descanse mas não exagere (6 a 8 horas por dia é suficiente). Quanto às insónias, não fique acordado na cama mais de 20 minutos - se vê que não está a conseguir adormecer, saia do quarto e faça qualquer coisa que o relaxe: veja televisão, leia … dessa forma, estará também a descansar. Na manhã seguinte acorde à hora habitual, e evite dormir durante o dia para facilitar o sono na próxima noite (quanto mais o seu padrão de sono fica desregulado, mais deprimido se sentirá).
3) É provável que não lhe apeteça ter relações sexuais. Não precisa de “fazer fretes”. Explique isso ao seu parceiro, e faça-lhe ver que continua interessado nele e em partilhar outras coisas com ele até se sentir melhor. Normalmente os outros aceitam melhor os nossos comportamentos quando percebem que não são rejeitantes mas fruto de dificuldades nossas no presente.
4) Faça exercício físico, de preferência diário (apesar de, provavelmente, ser a última coisa que lhe apetece). Além do exercício, há procedimentos de relaxamento que pode utilizar para reduzir a sua ansiedade.
5) Tente manter o seu corpo em movimento – aqui, o objectivo é apenas o de contrariar a inércia, que alimenta os ciclos auto-derrotistas. Estruture o seu dia, determinando pequenos objectivos diários (que não sejam, nesta fase, nada de extremamente ambicioso). Planeie, para cada dia, actividades de divertimento e de prazer (mas se o prazer não for muito, evite martirizar-se por isso)
Abordagem nº2: Cuidar da mente
Os pensamentos, emoções e a forma como nos comportamos face aos outros também mudam quando estamos deprimidos. É importante ter consciência disto, e adoptar algumas estratégias face a estes «sintomas internos».
1) Face à tendência para ter «pensamentos negros», pode optar por várias abordagens. Faça listas. Das suas qualidades, das coisas boas que lhe aconteceram na vida, das que gostaria que lhe acontecessem no futuro, das pessoas que gostam de si, o que quiser, Face às afirmações derrotistas que lhe surgem com frequência (sobre si, sobre as suas experiências, sobre o futuro…), contraponha afirmações mais racionais (por exemplo «hoje estou em baixo, mas sei por experiência própria que isto vai passar e que me sentirei bem novamente», «vou esperar que passe»). Isto não é pensamento positivo! É pensamento realista, que se opõe ao pensamento pessimista da depressão. E tem impacto em termos emocionais.
2) Envolva-se com as pessoas. Fortaleça os seus laços com as pessoas que lhe são próximas, reate contactos com pessoas que não vê há muito. Peça favores, e faça-os aos outros. Expresse aquilo que sente a quem achar adequado fazê-lo, da forma mais clara possível – seja tristeza, medo ou raiva; eles irão compreendê-lo melhor, e possivelmente, isto vai acalmá-lo.

3. Para finalizar…

Estas informações e sugestões podem constituir um bom ponto de partida para a mudança. Contudo, há que ter em conta que ler sobre depressão não nos faz sentir melhor - é preciso agir. Também é importante não esquecer que não é de um momento para o outro que se mudam os padrões «deprimidos» que por vezes no acompanham desde há muito tempo. Se tentou implementar estas sugestões e não obteve resultados, ou se gostaria de ter um acompanhamento mais individualizado contacte um profissional de saúde mental. É sempre mais difícil combater a depressão sozinho, principalmente quando a pessoa, provavelmente, já se sente só e sem «saídas» durante grande parte do tempo. O apoio de um terapeuta pode fazer uma grande diferença.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Cabelos X Redução de estômago

Eu já postei anteriormente mais vale a pena repetir.

A cirurgia acabaaaaaaaa com os cabelos, o emagrecimento de quem faz a bariátrica é por desnutrição, então não adianta achar que com você não vai acontecer porque infelizmente vai.

Eu tomo um remédio chamado PANTOGAR, o remédio é caro, mais pelo menos para mim o efeito foi surpreendente, meu cabelo ficou mais cheio, encorpado e com mais brilho. Passei a investir em KERASTASE e LANZA, uso o óleo de argan da KERASTASE diáriamente porque uso muito o secador e a chapinha.

Tudo isso tem um custo alto, porém como meu cabelo é bem curtinho (cortei devido a cirurgia) um shampoo e um condicionador chegam a durar 6 meses para mim, o óleo de argan então não acaba nunca.

Eu aprendi a conviver com a queda de cabelo, hora melhora, hora piora, as vezes bate aquela vontade de ter um cabelão sabe?

Aí eu penso...é melhor ter um cabelão e ser gorda ou ter um cabelinho e ser magra?? rsrsrsrs não dá para ter tudo, ou uma coisa ou outra.

Estou com 3 anos e 3 meses de operada, quem sabe um dia não consigo recuperar a força e vitalidade dos fios...por enquanto tenho que manter curtinho, se eu perceber que está com mais resistência vou deixar crescer e ver como fica.

Alimentos que te ajudam a reverter problemas nos cabelos Com os nutrientes certos, é possível evitar cabelos secos, sem brilho e até quebradiços

Frutos do Mar - Foto Getty Images

Cuidar dos cabelos não é fácil. Ainda mais porque existem diversos fatores que podem comprometer a saúde capilar, como estresse, excesso de química e, até mesmo, nossa alimentação.

Segundo o dermatologista Valcinir Bedin, os fios são feitos principalmente de queratina e melanina, ambas proteínas. "A queratina dá a dureza ao fio e a melanina, a cor. Como toda proteína, elas são feitas de aminoácidos, sais minerais, vitaminas e outros fatores que ajudam na composição dos cabelos", diz Valcinir.


Por isso, se algum dos nutrientes que compõem essas proteínas estiver em falta no organismo, o cabelo poderá ficar mais frágil, quebrar, perder brilho e até cair. Para reverter essas possíveis situações, saiba quais alimentos são mais indicados: 

Queda de cabelo ou cabelos quebradiços

Solução: carnes vermelhas
Elas são ricas em proteínas, ferro e vitaminas do complexo B. Como foi dito pelo dermatologista Valcinir, o cabelo é composto, principalmente, de proteínas. Logo, sem elas o cabelo não se fortalece e cai.

Já as vitaminas do complexo B são essenciais para o crescimento dos fios. "Na deficiência delas, os cabelos ficam fracos, quebradiços e caem" alerta o dermatologista.

"O ferro, por sua vez, abre as portas das células dos cabelos para a entrada dos outros elementos benéficos. Sem ele também não há cabelo", completa Valcinir.

Frutos do Mar - Foto Getty Images
Queda de cabelo ou cabelos quebradiços

Solução: frutos do mar
Ostras, mariscos e outros frutos com casca são ricos em ômega3, um ácido graxo que ajuda na circulação. Segundo Valcinir, esse nutriente torna o sangue mais fluido e facilita a chegada dele a lugares distantes do nosso corpo, como os cabelos, auxiliando assim no seu crescimento.

Leite - Foto Getty Images
Queda de cabelo ou cabelos quebradiços

Solução: leite
O principal nutriente do leite é o cálcio. "Uma das funções dessa substância no nosso corpo é controlar a entrada e a saída de nutrientes dos vasos sanguíneos", diz o dermatologista. A deficiência de cálcio dificulta a passagem dos nutrientes, impedindo que eles cheguem aos devidos lugares, como os cabelos



abacate - Foto Getty Images Cabelos secos

Solução: Oleaginosos
Para cabelos secos, a dica do dermatologista Valcinir é investir em alimentos oleaginosos, como o azeite de oliva, e frutos "gordurosos", como o abacate. Por serem mais oleosas, essas opções conseguem amaciar os cabelos sem enchê-los de química.

A dúvida que paira na cabeça de muitos é se esse problema pode ser revertido só comendo esses alimentos, ou se é necessário passá-los no cabelo, fazendo uma espécie de hidratação. "A hidratação usando o abacate vai dar um resultado mais rápido e visível, mas a ingestão também ajuda", responde Valcinir.


cobre - Foto Getty Images Cabelos brancos "fora de hora"

Solução: cobre
Não há nada mais chato do que olhar no espelho e perceber alguns fios brancos, sendo que você nem tem idade ou predisposição genética para isso. Um dos motivos desses indesejáveis hóspedes pode ser a deficiência de nutrientes.

Por isso, uma solução para esse problema pode ser ingerir alimentos ricos em cobre: batatas, ervilhas, carnes vermelhas, cogumelos, entre outros. Segundo o dermatologista Valcinir, a substância auxilia na produção de melanina do fio.


Clara de ovo - Foto Getty Images Cabelos sem brilho

Solução: clara de ovo
Para voltar o brilho dos cabelos opacos, nada melhor do que clara de ovo. "A clara de ovo é rica em albumina, que é uma proteína. Ela age na formação e recuperação das cutículas", explica Valcinir Bedin. O uso da clara de ovo também pode ser feito externamente, na forma de hidratação.






Farinha de berinjela faz você emagrecer mais Veja porque o suplemento afasta a fome e seca a barriga



Quando aparece mais uma novidade em relação a emagrecimento, quem vive às turras com a balança logo se anima. No caso da farinha de berinjela, já é a Ciência que justifica a empolgação: um estudo realizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro mostrou que o consumo das colheradas realmente age na perda de peso. Participaram da pesquisa 14 mulheres obesas, com idade entre 45 e 55 anos.

Sete integrantes receberam apenas a dieta com valor calórico reduzido, emagreceram três quilos, em média, e reduziram três centímetros da cintura. O grupo restante, que fez dieta e consumiu a farinha de berinjela, perdeu seis quilos e 12 cm de cintura, em média. "Os resultados duas vezes mais eficientes podem estar associados ao alto teor de fibras (cerca de 40%) da farinha de berinjela", afirma a nutricionista Mauara Scorsatto, uma das pesquisadoras do estudo. O legume em versão pó tem mais fibras do que o suco ou a sopa feitos com o legume, em que elas são diluídas e não apresentam a mesma eficácia.

O combate à obesidade, no entanto, é só um dos benefícios deste complemento alimentar, existem muitos outros e sua saúde, certamente, vai saber aproveitar todos eles. Em tempo: as receitas caseiras da farinha de berinjela não são tão eficientes como a industrializada, utilizada no estudo da Universidade do Rio de Janeiro. Casas de alimentos naturais oferecem várias marcas diferentes do produto.

Emagrecimento

A farinha pode auxiliar no processo de emagrecimento ao oferecer grande quantidade de fibras. "Esses nutrientes, em contato com a água, ganham volume e preenchem o estômago, dando a sensação de saciedade. A diminuição da barriga ainda não está bem explicada, mas já existem estudos relacionando o consumo de fibras à redução da circunferência da cintura", de acordo com a nutricionista Aline Castro Pimentel, também envolvida com a pesquisa. "Precisamos, no entanto, de mais estudos para afirmar que os resultados são efeito direto da farinha de berinjela", afirma a especialista.

 Melhora do trânsito intestinal 

Segundo Aline, as fibras insolúveis, presentes na farinha de berinjela, absorvem água no intestino e aumentam o volume e o peso das fezes. "Há aumento na pressão exercida na parede do intestino, que passa a funcionar melhor e se esvaziar em intervalos mais breves".

A nutricionista Priscila Cardoso Meirelles, especialista em nutrição clínica funcional, só faz um alerta: se a farinha for consumida em excesso, você pode sentir desconfortos abdominais, como diarreia, distensão abdominal e flatulência. O ideal é limitar a dose a quatro colheres de sopa por dia: duas no café da manhã e mais duas no jantar.


Saciedade

Mais uma vez, as fibras merecem palmas: elas compõem, aproximadamente, 40% da berinjela e, ao entrarem em contato com a água, formam uma espécie de gel que preenche o estômago e afasta a fome.

Controle do colesterol

Para Flávia Morais, nutricionista da rede Mundo Verde, a diminuição dos níveis de LDL (colesterol ruim) acontece graças à eliminação de ácidos biliares junto às fezes. Por favorecer o trânsito intestinal, a farinha de berinjela aumenta a eliminação de ácidos biliares, que são compostos por moléculas de colesterol. O organismo utilizará mais colesterol para produzir o ácido e, com isso, os níveis serão reduzidos.

Ajuda o funcionamento renal

A farinha tem ação diurética devido às vitaminas e aos minerais, próprios da berinjela, que favorecem o bom funcionamento dos rins. Por isso, o suplemento facilita a eliminação de toxinas circulantes pelo organismo e combate à retenção de líquidos. O benefício, no entanto, depende do consumo regular de água - a farinha contém muitas fibras e a água é necessária para formar o bolo alimentar que será eliminado

Retarda o envelhecimento precoce

A casca da berinjela, mantida no processamento da farinha, é rica em vitaminas A e C - dois nutrientes famosos pela ação antioxidante. "Isso quer dizer que elas protegem o organismo contra ação dos radicais livres, substâncias naturalmente produzidas pelo seu corpo e de ação degenerativa", afirmam as especialistas


Previne doenças cardiovasculares

A nutricionista Maria Cláudia Gomes dos Santos, do Hospital São Luiz, lembra: a berinjela é ótima fonte de flavonóides, substâncias que combatem o acúmulo de gorduras nas artérias e protegem o sistema cardiovascular. Resultado: menos riscos de doenças crônicas, como a hipertensão, e de problemas como o infarto ou a aterosclerose.



quinta-feira, 24 de maio de 2012

40 dicas para voltar ao peso ideal Quase metade dos brasileiros está acima do peso, mas é possível reduzir esse número com hábitos saudáveis




Dados da pesquisa divulgados nesta terça-feira (10) pelo Ministério da Saúde mostram que quase metade dos brasileiros está acima do peso. A proporção de pessoas acima do peso no Brasil avançou de 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011. No mesmo período, o percentual de pessoas com obesidade subiu de 11,4% para 15,8%. Para fugir dessa armadilha perigosa à sua saúde, a nutricionista Roberta Stella reuniu todos os truques para fazer o ponteiro da balança voltar ao normal sem que você passe fome: 


1) Nada de se desesperar: esqueça as dietas muito restritivas ou que prometem um grande emagrecimento em um período pequeno de tempo. Em longo prazo, o resultado é desastroso.

2) Comece fazendo um diário com os alimentos que você ingere todos os dias. Você perceberá os erros e se corrigirá sozinho. Essa mesma pesquisa do Ministério da Saúde divulgou que a presença de feijão e hortaliças na mesa das famílias brasileiras diminuiu, ao passo que o consumo de gordura aumentou.

3) Estabeleça uma rotina alimentar.
4) Estipule cinco refeições por dia, com horários para que elas aconteçam. E cumpra.

5) Analise os rótulos dos alimentos. Muitas vezes, os alimentos light contêm uma pequena diferença na quantidade calórica, que nem compensa a troca.

6) Prefira os alimentos integrais. Eles contêm mais nutrientes e fibras, que fazem um bem danado para o seu organismo.

7) Opte por leites e derivados desnatados. A menor quantidade de gordura significa menos colesterol e calorias na sua alimentação.

8) Cuidado com os embutidos (mortadela, salame, presunto). Eles carregam uma quantidade considerável de gordura, colesterol e sódio.

9) Escolha embutidos com menor quantidade de gordura como, por exemplo, o peito de peru.

10) Não fique mais do que 4 horas sem se alimentar.

11) Faça lanchinhos entre as refeições, hábito essencial para uma alimentação saudável.

12) Para esses lanches, opte por alimentos fáceis de serem obtidos e carregados na bolsa, como iogurte, barrinha de cereais, frutas e bolacha salgada.

13) Coma pelo menos 2 frutas por dia.

14) Consuma as frutas (maçã, pêra, uva) com casca.  

15) Saladas e legumes devem fazer parte da sua alimentação diária.

16) Evite preparações altamente calóricas como gratinadas, fritas, à parmegiana, à milanesa e quatro queijos.

17) Tempere as saladas com suco de limão e vinagre.

18) O azeite tem gorduras boas para o coração. Mas isso não quer dizer que ele não seja calórico. Se a intenção é emagrecer, use com muita moderação.

19) Doces devem ser evitados, principalmente bolos recheados, tortas, bomba de chocolate.

20) Prefira os sanduíches naturais aos oferecidos pelos fast-foods.

21) Atum e sardinha em conserva são ótimos para uma salada ou um sanduíche. Mas lembre-se: utilize a versão light, conservada em água, não em óleo.

22) Prefira as carnes menos calóricas, como peixe, frango e cortes magros de carne bovina.

23) Retire a pele do frango.

24) Cuidado com os molhos à base de maionese para temperar saladas.

25) Prefiras os picolés ao sorvete de massa.

26) Sucos naturais são uma ótima pedida para se refrescar.

27) Você pode contar com a água de coco para se hidratar, mas atente à quantidade. Por ser calórica, a bebida não pode ser consumida livremente. Um copo pequeno (200 mL) apresenta 40 calorias. Consuma somente um coco por dia e beba muita água mineral.

28) Evite bebidas gaseificadas, mesmo as que não contêm calorias, como água e refrigerantes light.

29) Durante a refeição, beba somente um copo pequeno (200 mL) de líquidos. Assim a digestão não ficará prejudicada.

30) Um grama de álcool tem 9 calorias. Já um grama de carboidratos ou proteínas contém apenas 4 calorias: ou seja, aquele copinho de cerveja engorda bem mais do que um pedaço de pão. Portanto, evite as bebidas alcoólicas se o objetivo é emagrecer.

31) Se for a um barzinho, evite os petiscos fritos, amendoins e castanhas de caju.

32) Não vá ao supermercado com fome. Isso somente fará com que não resista quando passar pela gôndola de doces e salgadinhos.

33) Beba muita água, pelo menos, 2 litros por dia.

34) Cuidado com o café. Beba, no máximo, 4 xícaras por dia.  

35) Inicie a refeição com um prato grande de saladas (folhas e legumes cozidos).

36) Se exagerar em algum dia, não desista. Recomece novamente no dia seguinte.

37) Dê preferência a alimentos ricos em água e de baixo valor calórico, como frutas, legumes e verduras. Você poderá consumir um volume maior desses alimentos, comparando com aqueles ricos em calorias.

38) Evite fazer a última refeição do dia perto da hora de se deitar. Para não prejudicar a digestão dos alimentos e o sono, faça o jantar, pelo menos, uma hora e meia antes de ir para a cama.

39) Boa notícia para quem é fã de lanchonetes: as grandes redes de sanduíches já possuem opções saudáveis. Entre elas, destacam-se salada, água de coco e frutas.

40) Não encare a dieta como punição. Afinal, a reestruturação alimentar garante um corpo mais bonito e saudável. A dieta nada mais é que um presente que você dá a si mesmo. Mantenha as atitudes positivas ao longo do emagrecimento.


Abandone oito erros alimentares herdados da família

Quem nunca ouviu "Tem que comer tudo, menino!" na infância? Essa frase costuma ser tão repetida que facilmente é assimilada e levada para a vida toda. Forçar a comer, porém, nem sempre é a melhor opção. "Como a infância é o período de descobrir o sabor de cada alimento, apelar para comer pode trazer consequências negativas, como acabar com o prazer envolvido na refeição", explica a nutricionista Simone Freire, doutora em Ciências Aplicadas à Pediatria, de São Paulo.


Menina comendo morango - foto: Getty Images



"Fruta não é sobremesa"

Você é daqueles que não dispensa o bolo de chocolate depois do almoço? Esse hábito pode ter surgido na sua infância, principalmente se seus pais não dispensavam uma sobremesa bem açucarada. Entretanto, maçã, banana, pera e companhia também podem ser ótimas sobremesas. Se você não tem o hábito de incluir frutas no cardápio, tente incorporar aos poucos à rotina. Vale associar acompanhamentos saudáveis, como o mel e adoçante, para ir se acostumando com o sabor.


"Tem que comer até limpar o prato"

Isso depende muito do tamanho do prato. Forçar-se a comer é uma das piores coisas a se fazer, o mais importante é respeitar a satisfação. Outro erro comum é acreditar que todas as crianças devem comer da mesma maneira quanto à quantidade. "Cada uma tem as suas necessidades individuais e os pais pecam ao acreditar que o filho deve comer como o irmão ou o amigo", explica a nutricionista Simone. Se você notou que ainda segue esse hábito, tente fazer porções menores e montar refeições equilibradas.


"Se não comer toda a refeição, não vai ganhar sobremesa"

"Isso funciona como uma chantagem, não um aprendizado", ensina o nutricionista Israel Adolfo, de São Paulo, especialista em esporte pela Unifesp. Ele conta que isso pode ter duas repercussões negativas: primeiro que a criança tem que comer de tudo, o que pode ultrapassar a saciedade; segundo que ela vai idealizar a sobremesa como a melhor parte da refeição, menosprezando o sabor dos outros alimentos. Se esse for o seu caso, tente mudar o hábito, saboreando e descobrindo o prazer de cada alimento.


Tem que comer de tudo"

Uma criança que come tudo o que é saudável, de fato, terá alimentação equilibrada. Mas biscoito, salgadinhos e outras guloseimas não precisam fazer parte do cardápio de ninguém. Então, nem sempre comer de tudo é a melhor solução. "Além disso, comer alimentos mais calóricos e menos saudáveis pode trazer à tona obesidade, hipertensão e outros problemas", explica o nutricionista Israel. Prefira alimentos com menos calorias e que agreguem nutrientes às suas refeições.


Tem que comer bastante para crescer saudável"

Muitas famílias acreditam que a criança só vai crescer forte se comer bastante e se orgulham ao dizer que o filho come muito. Claro que se alimentar adequadamente traz vantagens para a saúde, mas quantidade nem sempre é qualidade. "O importante é escolher bem os alimentos e, caso não seja do seu agrado, trocar por outro do mesmo grupo alimentar", explica Simone Freire.

  "Salada não é comida"

Famílias que comem alimentos muito gordurosos ou com muito sal acostumam o paladar de seus filhos a essas comidas pouco saudáveis. O ideal é estimular o gosto por alimentos mais saudáveis, como salada, e incorporá-la à dieta. A nutricionista Simone Freire recomenda trocar as folhas de sabor muito amargo, como rúcula, por outras de sabor mais suave, como alface, para acostumar-se com o sabor.


"Não é refeição completa se não tiver carne"

Israel Adolfo explica que, mais que um hábito de mãe, colocar uma carne em todo prato é um costume brasileiro. "Não é a toa que nossas comemorações são feitas com churrasco" comenta. Mas isso não é necessariamente saudável para o organismo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo semanal de carne vermelha não deve exceder 300 gramas, algo entre dois e três bifes. Experimente trocá-la por peixe, frango ou carne de soja.


"Besteira só no jantar"

A correria do dia a dia faz com que muitos pais procurem alimentos práticos, como industrializados, sanduíches e pizzas, principalmente no jantar, momento em que todos estão em casa. Mas essa atitude prejudica a alimentação dos pequenos até a vida adulta. "O melhor é evitar esses alimentos e comê-los preferencialmente aos finais de semana e no horário do almoço, dando mais tempo entre a digestão e a hora de dormir", orienta a nutricionista Simone Freire.









Exaustaaaaaaaa...

Estamos implantando muitas máquinas de café na Porto Seguro e a correria aqui na empresa está total, estou exausta, o processo de implantação é tenso e tudo tem que dar certo.

Preciso de descanso, minhas noites de sono não rendem nada.

Devo estar com falta de vitaminas e anemia, quem disse que fui fazer os exames que a Dra Paola pediu?

Nao fiz os exames, os pedidos aida estão valendo, vou correr atrás disso...

Não aguento mais ficar me arrastando, pior, vejo várias pessoas operadas assim, cansadas, a Ari tadinha está sempre exausta, a Simone tb, eu e a Adriana também.

Já faz mais de 3 anos que operei, este cansaço não vai passar nunca? toda noite é insuficiente para mim, tenho vontade de dormir o dia todo e a noite toda.