LUTANDO CONTRA TUDO / Fighting against all

LUTANDO CONTRA TUDO / Fighting against all
Eu sou reduzida do estômago, operei no dia 21/02/2009 por videolaparoscopia, com o Dr Andrey (equipe do Dr. Almino) a cirurgia foi um sucesso, porém quando eu acordei da anestesia achei que fosse morrer (os relatos estão nas primeiras postagens) Passamos por momentos difíceis e parece que tudo vai desmoronar. Já se sentiu assim também? Pode ser no relacionamento com o parceiro, o ambiente ruim do trabalho, a casa que nunca consegue arrumar, os filhos pedindo atenção constante, mas e você, tem tempo para se cuidar? Nos propomos a mudar nossa vida, realizar projetos e nos dedicamos com toda energia em busca de um grande fim, mas nos esbarramos em situações que nos limitam e impedem de sermos grandes empreendedores. Não precisamos ir tão longe, temos vários exemplos que nos levaram a fracassar, principalmente quando tratamos sobre emagrecimento. Como é difícil nos mantermos firmes nos objetivos, mesmo sabendo quais são os caminhos do sucesso. Muitas vezes é a semana estressante, e mal temos tempo para cuidar de si mesmo. É preciso ter claro que as dificuldades não devem nos paralisar, pois quem está crescendo está sempre caindo, levando tombos, e sabemos que quando nos propomos a emagrecer, vamos cair muitas vezes. Sabemos que ao tomar uma decisão, vamos enfrentar dificuldades, mas temos que confiar de temos condições de superá-las, e chegar ao resultado almejado. Acomodar-se aos tombos e erros não é uma atitude assertiva, pelo contrário, só acarreta comportamentos negativos. Ao acreditarmos que somos capazes, usamos nossas competências e conhecimentos, gerando resultados eficazes e duradouros. É, parece que emagrecer depende de você mesmo e de sua disponibilidade de acreditar. Assumir a responsabilidade dos resultados de seu processo, é crescer, é tomar em suas mãos sua vida e dar conta de seu desejo.

terça-feira, 18 de junho de 2013

VIGILANTES DO PESO

PARA QUEM TEM 1,58 COMO EU VEJA:

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VOCÊ VAI GASTAR EM TORNO DE 100,00 POR MÊS PARA APRENDER A COMER, E EMAGRECER COM MUITA SAÚDE.

NOS V.P DEVEMOS COMER TODOS OS GRUPOS DE ALIMENTOS

PROTEÍNA
CARBOIDRATO
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VERDURAS/LEGUMES
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GORDURA

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NOTHING IS PROHIBITED, CAN CONSUME ALL FOOD.

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EU E OS VIGILANTES DO PESO E AGRADECIMENTOS

Praticamente uma relação de amor rsrsrsrs.

Eu estou muitooooooooo feliz pelos resultados obtidos, agora são 7,9kg eliminados, estou pesando 54,2.

Nem mastercard paga gente, sabe o que é você sair da obesidade morbida e se sentir miss??

Pois é...é disso que eu estou falando.

Não preciso mais emagrecer, estou na manutenção do meu peso, mais foi automático emagrecer semana passada, acho que é porque fiquei doente.

Posso pesar até 50 kg, então estou de boa, tenho 3,2 de margem.

Eu saí de uma condição onde só Deus, podia me ajudar, eu orei, eu pedi e Deus atendeu as minhas orações, porque eu estava muito gorda e tinha uma fome absurda que não passava com nada, eu era incapaz de fazer algo sozinha por mim mesma.

Deus me ajudou, porém eu reconheço que sou uma pessoa muito esforçada, eu caminho quase diariamente cerca de 40 minutos, e faço musculação todos os dias na minha hora de almoço.

Fiz questão de excluir algumas comidas do meu cardápio, como REFRIGERANTE, simplesmente não serve para nada, não faz falta alguma na minha vida, escolho não comer mais no MAC DONALDS também, este lanche me engordava 1 kg na semana, fora que aprendi que tudo que é BIG deixa você BIG, pense nisso antes de colocar estes lanches no seu estômago.

Eu pensava...poxa meu estômago é tão novinho, zerado, não quero colocar nada que não preste dentro dele, quero me cuidar, quero cuidar do meu novo estômago que foi tão judiado por anos e até hoje penso assim.

Eu mereço o melhor, o meu corpo merece o melhor também.

Nunca é demais agradecer a DEUS.

SENHOR graças te dou por tudo, pelo minha filha tão abençoada, pelo meu ex.marido que é um pai maravilhoso e um grande amigo, pelo meu emprego na SAECO onde amo fazer o que faço, por ter me preparado esta CIRURGIA abençoada, porque muitas pessoas estão na fila do SUS e não tem a mesma oportunidade que eu tive, pela vida, pelas plásticas, pelas pessoas que tem colocado na minha vida, pela minha família.

Graças te dou SENHOR por tudo.



Beijos á todos.
Luciane Camargo

REFERENTE AO IOGURTE GREGO

Eu simplesmente amooooooooo este iogurte.

Não aguentava mais o CORPUS ou outras versões LIGHT.

Porém eu NÃO CONSUMO o IOGURTE GREGO INTEGRAL, este tem 4 pontos na reeducação alimentar do V.P (vigilantes do peso) enquanto a versão LIGHT do mesmo produto tem apenas 2 pontos, e a versão ZERO que é um potinho azul bem clarinho é muito bommmmm e tem apenas 1 ponto, porém tenho tido muitas dificuldades em achar o zero, na falta uso o light.


beijos,
Luciane



COMPARE O IOGURTE GREGO AO NATURAL

Compare o iogurte grego com o natural

Lançamento é mais uma opção para você consumir cálcio e prevenir osteoporose


Fresquinho nas prateleiras dos supermercados brasileiros, o iogurte grego é mais um produto para quem gosta de se alimentar bem sem abrir mão de refeições saborosas. Feito a partir dos mesmos ingredientes do iogurte natural, o iogurte grego tem adição de mussalina, substância que não deixa a receita coalhar em altas temperaturas. Além disso, a consistência é mais cremosa porque o soro é retirado. "Mas não há perdas nutricionais por causa disso", afirma a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo. O consumo desse tipo de fórmula já é bastante comum em outros países, como os Estados Unidos. No Brasil, a novidade chega ás prateleiras acompanhada de muitas dúvidas, principalmente entre as pessoas que fazem dieta e controlam com muito cuidado o que vai à mesa. Com a ajuda de especialistas, o Minha Vida comparou os nutrientes do iogurte grego e do natural para cada 100g do alimento. 

Textura e sabor

1. Iogurte grego: o iogurte grego é mais consistente e pode ser usado até como substituto do cream cheese. A retirada do soro também diminui o azedinho no sabor, que fica mais agradável até para o paladar mais resistente aos derivados do leite.

2. Iogurte Natural: ele tem uma consistência mais leve e o gosto azedo, característico do iogurte. Por ser mais líquido, o iogurte natural não faz as vezes do queijo cremoso. 
mulher pegando iogurte no supermercado - Foto: Getty Images

Calorias

1. Iogurte grego: o iogurte grego possui 133 calorias por porção e precisa ser consumido com cuidado se você faz dieta. "Ele é mais calórico porque possui muitas gorduras e açúcares na composição", afirma a nutricionista Roseli.

2. Iogurte Natural: em cada 100g de iogurte natural há 74 calorias, quase metade das presentes no iogurte grego. O número é ainda menor no caso de um potinho light, que usa leite desnatado e soma cerca de 55 calorias. Segundo Roseli Rossi, a versão natural continua sendo a melhor opção para quem está contanto as calorias. 
mulher cansada depois da atividade física - Foto: Getty Images

Proteínas

1. Iogurte grego: um pote de iogurte grego possui cerca de 5g deproteínas, mais do que a versão tradicional. "As proteínas são essenciais ao organismo, pois participam da formação de tecidos no corpo, principalmente músculos", afirma a nutricionista Ana Carolina Santos, do Dieta e Saúde. Por conta disso, o iogurte grego pode ser mais indicado para quem pratica exercícios.

2. Iogurte natural: Ele contém aproximadamente 4g de proteínas em cada 100g, ficando atrás do iogurte grego. "No entanto, essa diferença não é muito significativa e não deve ser determinante na escolha do iogurte que você consome", afirma a nutricionista Roseli. 
mulher com o intestino preso - Foto: Getty Images

Trânsito intestinal

1. Iogurte grego: apresenta bactérias probióticas chamadas acidophillus, responsáveis principalmente por melhorar o trânsito intestinal. "Essa bactéria é diferente dos bacilos Bífidobacterium animalis, comercialmente conhecidos como DanRegularis (presente no Activia, por exemplo), que podem ser irritantes para a mucosa intestinal", diz a nutricionista Roseli.

2. Iogurte natural: não apresenta bactérias na composição, por isso tem menos ação no combate ao intestino preso.  
mulher com dores nas articulações - Foto: Getty Images

Cálcio

1. Iogurte grego: com 200mg de cálcio, o iogurte grego é mais rico nesse nutriente quando comparado ao iogurte tradicional. "Essencial para a saúde e manutenção dos ossos e dentes, o cálcio ajuda na prevenção daosteoporose, além de participar da contração muscular, o que o torna fundamental para praticantes de atividade física", diz a nutricionista Ana Carolina.

2. Iogurte Natural: a versão tradicional traz cerca de 140mg do mineral, ficando para trás nesse quesito. De acordo com as nutricionistas, quem está procurando boas fontes de cálcio pode investir em ambos os iogurtes, com a preferência para o grego. A recomendação diária deste nutriente é de 1000mg por dia. 
mulher medindo a cintura com uma fita métrica - Foto: Getty Images

Gorduras

1. Iogurte grego: apresenta um maior teor tanto de gorduras totais (7,5g) como de gorduras saturadas (5,1g) quando relacionado com o iogurte natural. "Por isso, vale lembrar a importância do consumo moderado", diz a nutricionista Roseli. Segundo as nutricionistas, o excesso de gordura saturada no organismo pode favorecer desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

2. Iogurte natural: com apenas 4,1g de gorduras, sendo apenas 1,9g delas saturadas, o iogurte natural ganha essa disputa disparado. "Sem dúvida, a versão tradicional é a melhor opção para quem quer fugir do consumo de gorduras", explica Ana Carolina. 
mulher comendo iogurte - Foto: Getty Images

Açúcar

1. Iogurte grego: há cerca de 15g de carboidratos. "Essas quantidades de açúcares poderão ter um impacto negativo em pessoas com diabetes, resistência à insulina e obesidade", afirma a nutricionista Roseli. "Nesses casos o iogurte natural seria a melhor opção"

2. Iogurte natural: são cerca de 5g de carboidratos, e mesmo a sua versão açucarada tem 11,5g do nutriente, quantidade também menor se comparada com o iogurte grego. De acordo com as nutricionistas, quem está preocupado com as quantidades ingeridas deaçúcar deve optar pelo iogurte tradicional. 
coração com um curativo - Foto: Getty Images

Sódio

1. Iogurte grego: de acordo com as nutricionistas, a quantidade de sódiopresente no iogurte grego (40mg) é menor que a do iogurte natural. "Um menor teor de sódio pode ajudar a prevenir hipertensão e outras doenças cardiovasculares", diz a nutricionista Roseli.

2. Iogurte natural: ele possui 51mg de sódio por porção, o que de acordo com as nutricionistas não é uma diferença significativa. "Embora seja uma vantagem em termos nutricionais, não é um quesito determinante para a escolha de um iogurte ou outro", explica a nutricionista Roseli.  
mulher cozinhando enquanto lê a receita - Foto: Getty Images

Receitas

1. Iogurte grego: por ser mais cremoso, o iogurte grego se ajusta às receitas com mais facilidade, substituindo o creme de leite, o leite ou leite condensado sem problemas e deixando o prato mais saudável. "Mesmo assim, muitas vezes é necessário incluir outros ingredientes para ajustar a consistência ou o paladar, já que o iogurte é mais azedo", diz Roseli Rossi. Outra vantagem no iogurte grego para receitas é que ele não se coalha em altas temperaturas.

2. Iogurte natural: se você deseja receitas mais consistentes ou o mais próximo possível do que seria a original, o melhor é optar pelo iogurte grego. "No entanto, se a intenção é economizar calorias, a melhor pedida continua sendo o iogurte natural", diz Ana Carolina Santos.  

CONSIDERAÇÕES SOBRE A MATÉRIA ABAIXO (CONSUMIR PROTEÍNA SEM COMER CARNE VERMELHA)

Depois que operei do estômago, passei a ter bastante dificuldade de comer carne vermelha.

Ao longo dos anos, fui perdendo a vontade de consumi-la, isso aconteceu naturalmente, é tão indigesta e me sinto tão pesada que prefiro evita-la.

Levei a questão para o V.P (vigilantes do peso) e minha orientadora disse que três claras, chegam bem perto de um pedaço de bife.

Amooooooo ovos cozidos, procuro comer de 1 a 2 ovos cozidos diariamente mais umas tres claras de ovo (estas tem zero ponto) já que pratico musculação todos os dias e necessito de PROTEÍNAS.


Beijos aos meus leitores (as)
Luciane Camargo

NOVE FORMAS DE CONSUMIR PROTEÍNAS SEM NEM CHEGAR PERTO DE CARNES

Os cogumelos, por exemplo, possuem quantidade de proteínas equivalente a um pedaço de bife


Rica em proteína, a carne vermelha pode ser substituída do cardápio por opções igualmente fontes desse nutriente. "Ovos, cogumelos, sementes e laticínios são apenas alguns exemplos de alimentos que carregam proteínas", explica a nutróloga Tamara Mazaracki, membro da Associação Brasileira de Nutrologia. 

Reduzir a quantidade de carnes do cardápio pode fazer um bem enorme à saúde. Um estudo realizado pela Universidade de Harvard (EUA), feito com mais de 120 mil pessoas ao longo de 20 anos, mostrou que as pessoas que comem menos carne vermelha podem viver mais tempo e ter menos riscos de doenças cardíacas do que aquelas que ingerem regularmente hambúrgueres, carnes e alimentos processados como bacon, salsicha e linguiça. 

Mas o importante é fazer substituições inteligentes, que se adaptem ao estilo de vida e às preferências de cada um. Para os dias em que você vai deixar as carnes de fora do prato, é preciso apenas fazer boas escolhas. Logo abaixo, você confere uma lista de opções aprovadas por nossos especialistas.


Ovos

A nutricionista Aline Martins, da USP, reforça a lista de motivos para tirar as carnes vermelhas da dieta: "o consumo excessivo, principalmente da vermelha e processada, está relacionado com o aumento do risco de doenças cardiovasculares e câncer, as principais causas de morte no Brasil e no mundo". Para substitui-las, os ovos são uma ótima e saborosa opção. Um ovo de galinha pode ter até 9 gramas de proteínas, poucas calorias, além de vários nutrientes e certa quantidade de vitamina b12 (encontrada principalmente nas carnes vermelhas). Tudo isso ajuda a entender porque ele é o principal aliado de quem decide adotar uma dieta ovolactovegetariana - aquela que abrange o consumo de derivados de leite e ovos. Porém é importante ficar esperto quanto ao modo de preparo. Evite consumir os ovos fritos em muito óleo, nem totalmente 'bem passados', quando as bordas começam a se queimar - isso é um sinal de que o alimento está cheio de gordura saturada. "O ovo ideal é aquele cozido em três a quatro minutos, que fica com a gema levemente mole - o excesso de cozimento pode levar à saturação das vitaminas", revela a nutróloga Tamara Mazaracki. 
Cogumelos têm muitas proteínas - Foto: Getty Images

Cogumelos

A variedade deles atende a todos os gostos: paris, shitake, shimeji, funghi... Para entender melhor o poder deles, a nutróloga Tamara Mazaracki faz uma revelação: 100 gramas de cogumelo pronto (já sem a água) tem a mesma quantidade de proteína que um pedaço de 100 gramas de carne vermelha. "Qualquer tipo de cogumelo pode ser consumido de duas a três vezes por semana, pois, além das proteínas, também contém nutrientes que estimulam o desenvolvimento do sistema imunológico", explica Tamara. Mas evite consumi-los regados no molho shoyo, que é rico em sódio, um mineral que pode provocar retenção de líquido e ainda favorecer a hipertensão. 
Grãos deixam a dieta mais rica - Foto: Getty Images

Grãos

O Ministério da Saúde recomenda o consumo de cerca de 100 gramas de carne por dia. A quantidade é pequena, considerando o hábito dos brasileiros, que costumam ser fãs do alimento. Por isso, na hora de substituir a carne, consumir grãos de vários tipos ajuda a sustentar uma alimentação rica em proteínas. "Arroz e feijão, por exemplo, é uma ótima combinação proteica, mas também dá para variar o cardápio com lentilhas, ervilhas, milho e muitos outros", enumera a nutróloga Tamara Mazaracki.

Além de deixar o prato mais gostoso e rico em proteínas, os grãos são ricos em fibras, o que melhora a digestão, e também despertam a saciedade, o que fará você comer menos em uma refeição. Com essa variedade, também é mais fácil suprir, além da proteína, outros aminoácidos essenciais que o corpo não produz. 
A quinua se destaca entre os grãos - Foto: Getty Images

Quinua

Entre os grãos, a quinua merece destaque. Com altíssimo teor de proteína, ela é também muito versátil: pode ser consumida em flocos no suco ou no iogurte e a semente pode ser cozida e consumida em substituição ao arroz ou até mesmo complementando outros grãos. "Uma boa dica são as massas à base de quinua: diferente das feitas de trigo, são também muito gostosas e uma forma inteligente de variar o cardápio", indica a nutricionista Tamara Mazaracki. Outra notícia interessante é que o grão não possui contraindicações, então pode ser consumida por qualquer pessoa. 
Soja é mais poderosa na forma de edamame - Foto: Getty Images

Soja e edamame

Quando o assunto é vegetarianismo, é quase impossível não se lembrar da soja. Muitas vezes usada como um simulador da carne, ela pode aparecer em diferentes formatos. Mas o recomendado é consumi-la apenas uma vez por semana. A soja deve ser deixada de molho um dia antes do consumo, e bem cozida, assim são preservados seus nutrientes e as proteínas. "Por ser muito rica em isoflavona, hormônio que é semelhante ao estrogênio, ela não precisa ser consumida em grandes quantidades a não ser por mulheres na menopausa", explica a nutróloga Tamara Mazaracki. Como este é um hormônio feminino, o consumo excessivo (comer mais de uma porção por dia) pode estimular as características femininas nas crianças e homens.

Se a soja deve ser consumida com moderação, o mesmo não se pode dizer sobre o seu broto. O edamame (a soja em sua forma mais 'jovem') é rico em proteína e minerais e tem pouca isoflavona. Segundo a nutróloga, "este é o melhor de todos os brotos, e sua vagem pode ser consumida várias vezes por semana". Ele preserva os nutrientes tanto crua quanto no vapor. O interessante é que fique um pouco crocante, para que seus nutrientes e a proteína sejam preservados. 
Não faltam opções entre os brotos - Foto: Getty Images

Brotos

Não faltam opções entre os brotos: girassol, alfafa e feijão estão entre eles. "O broto é um alimento jovem, cheio de energia vital, e faz muito bem em qualquer tipo de dieta", revela a especialista Tamara Mazaracki. Porém, é importante saber que ele sempre deve ser consumido cru, porque algumas vitaminas são desnaturadas durante o cozimento. Eles podem ser consumidos em saladas e sanduíches com outros ingredientes saudáveis. Que tal combinar com queijo branco e pedaços de ovo cozido, por exemplo?

Não importa o tipo do broto; todos são repletos de vitaminas do complexo B, importante para metabolizar carboidratos e gorduras, fortalecer o sistema nervoso e ajudar na produção de sangue. "A clorofila presente nos brotos também é ótima, porque é cheia de magnésio e tem ação antioxidante que ajuda a desintoxicar o organismo", reforça a nutróloga Tamara. 
Laticínios têm muita variedade - Foto: Getty Images

Laticínios

Não é necessário ser vegetariano para aproveitar os benefícios de outros alimentos repletos de proteínas. Na Inglaterra, por exemplo, Paul McCartney e sua filha promovem a ideia da Segunda-Feira Sem Carne (Meatless Monday, em inglês), que propõe deixar as carnes de lado pelo menos no primeiro dia útil da semana. "A intenção principal é alertar sobre os malefícios que os excessos da carne vermelha traz ao corpo, ao meio ambiente e à economia, já que é também um ingrediente caro", explica a nutricionista Aline Martins.

Se você decidir adotar algum projeto como este, pode preencher seu cardápio com muitas opções, principalmente entre os laticínios. Além de serem muito saborosos, leite e seus derivados, como queijos e iogurtes, ajudam a enriquecer qualquer refeição. A nutróloga explica o motivo: "eles são compostos por três partes praticamente iguais de proteínas, carboidratos e gorduras, o que os torna alimentos muito completos".

Nesse caso, a opção é misturar com outros ingredientes e deixar o prato ainda mais completo, como em uma omelete. Mas prefira as opções de leite e iogurtes desnatados e versões de queijo branco. Os queijos amarelos são ricos em gorduras saturadas. O consumo em excesso, portanto, pode ser nocivo à saúde do organismo. 
Sementes são cheias de gorduras - Foto: Getty Images

Sementes

Alguns alimentos são mais bem aproveitados pelo corpo quando consumidos crus. Esse é o caso de muitas sementes, e a chia é uma das mais conhecidas. "Ela é cheia de proteína e cálcio, e tem muito ômega-3, que protege o coração", explica a nutróloga. Este último é muito importante para os vegetarianos, já que não consomem peixe, uma das maiores fontes de ômega-3 na natureza. Além desses nutrientes, a chia também possui gorduras com ação anti-inflamatória.

Sementes de abóbora e girassol, amêndoas e pistache, além de conhecidas fontes de gordura, ajudam a incluir proteínas na dieta vegetariana. Elas também são muito ricas em potássio e magnésio, mas preste atenção: nada de consumi-las na versão industrializada e cheia de sal. Nesse formato ela tem muito sódio e, consumida em excesso, pode favorecer a hipertensão. 


Folhas ajudam na absorção da proteína - Foto: Getty Images

Folhas

Já que a palavra-chave é 'variedade', não é surpresa que o ideal seja diversificar também os tipos de folha nas diferentes refeições. Uma compensa o nutriente que a outra não oferece. "E tanto faz consumi-las cozidas, refogadas ou cruas, na salada - o importante é incluir todas elas na alimentação". Apesar de não serem substitutas das carnes, elas têm nutrientes que ajudam a proteína dos outros alimentos a ser mais bem absorvida, o que também é essencial em uma dieta vegetariana. Além disso, são ricas em carboidratos, água e fibra, o que dá energia para fazer as atividades do dia a dia e facilita a digestão. 




sexta-feira, 14 de junho de 2013

Carne de porco pode apresentar calorias e colesterol em baixas quantidades

Carne de porco pode apresentar calorias e colesterol em baixas quantidades


Compare as carnes suínas com as peças de boi e de frango e faça escolhas mais saudáveis


A carne de porco já foi tão vilanizada, que até na Bíblia seu consumo era proibido, pelo menos no Antigo Testamento. Apesar de no texto sagrado as alegações serem místicas, o real motivo era a quantidade de doenças que esse alimento poderia passar. Por sorte, isso hoje é passado. "Acarne de porco hoje passa por rigorosos processos de produção e higiene. Com o cruzamento genético, associado a esse controle sanitário, ela voltou a ter seu lugar de destaque no grupo das proteínas", explica a nutricionista Nicole Trevisan, da ADJ Diabetes Brasil.

Isso foi aliado à nova alimentação dos suínos, que mudou para melhor. "Eles anteriormente eram alimentados com restos de comida, e agora recebem ração equilibrada, com quantidades adequadas de macronutrientes, e em certas marcas até há a presença de antioxidantes e sequestradores de toxinas", explica Israel Adolfo, nutricionista do esporte de São Paulo. Mas para garantir tudo isso, é preciso verificar sempre a procedência do alimento, inclusive o carimbo da vigilância sanitária. 

A carne suína hoje é uma boa opção de carne vermelha. Apesar da cor clara, ela entra nessa categoria por causa da concentração de hemoglobina, que mesmo sendo menor do que no tipo bovino, ainda é considerada alta. Pena que o estigma de inimiga da saúde ainda continue... Religiosos ou não, muitos ainda acreditam que a carne suína é rica em gorduras e colesterol, características que agora fazem parte do passado desse alimento - desde que você saiba escolher os cortes mais saudáveis e capriche no modo de preparo. O lombo de porco, por exemplo, apresenta menos quantidade de colesterol que o filé de frango. Se você ainda não está convencido, comparamos essa iguaria com as carnes de boi e frango, para que ela possa finalmente ser absolvida na inquisição da cozinha. Confira!

Ótima fonte de proteínas

Nesse primeiro quesito, a carne de porco é campeã, mas principalmente pela qualidade. "Estudos mostram que a carne suína possui maior conteúdo de aminoácidos essenciais (aqueles que nosso corpo não produz), como por exemplo, leucina, lisina e valina. Estes aminoácidos podem auxiliar o organismo na manutenção do sistema imunológico", explica Karina Valentim, nutricionista da PB Consultoria em Nutrição. Porém, quando o assunto é quantidade, o lombo assado perde apenas para o peito de frango assado, enquanto o primeiro tem 28 gramas a cada 100 g de carne, o segundo apresenta 31 g para a mesma quantidade. Já a alcatra, nessa categoria, apresenta o valor 27 gramas, apenas um pouco a menos. 
Cortes magros - Foto: Getty Images

Porco também pode ter cortes magros

É claro que em todos os tópicos, tudo depende do tipo de corte. E alguns tipos de carne suína são bem pouco calóricos, por incrível que pareça para muita gente. Vamos aos números: a bisteca suína apresenta 164 kcal a cada 100 gramas do alimento. Já o corte bovino mais magro é o contrafilé sem gordura, que apresenta 131 kcal na mesma quantidade. Porém, a alcatra já tem muito mais energia: 234 kcal. O frango, no entanto, ganha de todas, o peito sem pele é a carne menos calórica de todas, com 119 kcal a cada 100 gramas. Vale ressaltar que esses valores calóricos não consideram o modo de preparo do alimento, portanto a melhor forma de garantir que o corte suíno fique mais saudável à mesa são as preparações assadas, grelhadas e cozidas. Evite as versões fritas, que aumentam o valor calórico da carne. Quando é feita com óleo, por exemplo, a bisteca de porco soma 311 kcal, um aumento considerável. E nem todos os cortes do porco são liberados. O toucinho, por exemplo, contém 593 kcal a cada 100 gramas. 
Evite o colesterol - Foto: Getty Images

Colesterol: evite os cortes mais gordos

De acordo com a nutricionista Karina Valentim, alguns cortes de carne de porco lideram o ranking quando o assunto é menos colesterol. O lombo suíno está empatado com o filé-mignon bovino, ambos apresentam 55 mg de colesterol a cada 100 gramas de carne. Logo em seguida vem o filé de frango sem pele, com 59 mg, assim como o contrafilé sem gordura. "Porém, o teor de colesterol da costela suína e do toucinho é maior que todos os cortes de carne bovina, sendo assim, estes cortes não seriam indicados para o consumo cotidiano", alerta a especialista. Já no quesito gorduras, a carne de frango é que as possui em menor quantidade. 
Composição nutricional - Foto: Getty Images

Composição nutricional

No caso de nutrientes como vitaminas e minerais, o porco também apresenta mais vantagens. "A carne suína possui maior teor de vitamina B1 (tiamina), vitamina B3 (niacina) e vitamina B8 (biotina) comparada à carne bovina", aponta a nutricionista Karina. Por outro lado, a carne bovina tem teores maiores de vitamina B12, aquela que só encontramos em fontes animais, e o frango é rico em vitamina B5. Na questão mineral, a carne de boi tem mais zinco, ferro e potássio, seguida pela carne de porco e só depois a de frango. 
Formas de preparo - Foto: Getty Images

Maciez e preparo

Não importa o tipo da carne, todas elas devem ser feitas preferencialmente cozidas, assadas ou grelhadas. Porém, o nutricionista Israel Adolfo considera a suína a carne de preparação mais difícil. "A carne que precisa de melhor cozimento é a de porco, por isto considero a de preparo mais complicado", explica o especialista. Já a maciez varia não só entre os cortes, mas também de animal para animal, mesmo que sejam da mesma espécie. Karina ensina um truque para qualquer uma delas: "para deixar o grelhado mais suculento recomenda-se que não aperte a carne na panela, deixe selar de um lado, vire e deixe selar do outro, para que a carne não perca seu suco interior e fique macia". 
Consumo em excesso - Foto: Getty Images

Ingestão em excesso

As proteínas quando consumidas em quantidades muito grandes podem trazem problemas ao organismo, de acordo com Nicole Trevisan. Mas entre os três tipos de carne, a mais perigosa acaba sendo a proveniente do boi. "Estudos mostram que as carnes bovinas possuem maior teor de gordura intrínseca quando comparada a outras carnes. O consumo desta gordura está associado a um maior risco de doenças cardíacas", explica Karine Valentim. Mas ela mesma alerta que no lugar de cortá-la de vez do cardápio, o ideal é limpar bem as peças e tirar toda a gordura antes do preparo. 
Quantidade indicada - Foto: Getty Images

Consumo recomendado

Para Israel Adolfo, é muito importante consumir carne, já que ela será fonte de proteínas de alta qualidade e vitaminas como a B12. Mas o consumo deve ser distribuído ao longo da semana. "As carnes bovinas e suínas, por apresentarem um teor de gordura maior, devem ser consumidas no máximo de 3 vezes na semana. Nos outros dias é importante que se faça um rodízio, alternando o consumo de peixes, frangos e ovos, como fonte proteica", ensina a nutricionista Karina