LUTANDO CONTRA TUDO / Fighting against all

LUTANDO CONTRA TUDO / Fighting against all
Eu sou reduzida do estômago, operei no dia 21/02/2009 por videolaparoscopia, com o Dr Andrey (equipe do Dr. Almino) a cirurgia foi um sucesso, porém quando eu acordei da anestesia achei que fosse morrer (os relatos estão nas primeiras postagens) Passamos por momentos difíceis e parece que tudo vai desmoronar. Já se sentiu assim também? Pode ser no relacionamento com o parceiro, o ambiente ruim do trabalho, a casa que nunca consegue arrumar, os filhos pedindo atenção constante, mas e você, tem tempo para se cuidar? Nos propomos a mudar nossa vida, realizar projetos e nos dedicamos com toda energia em busca de um grande fim, mas nos esbarramos em situações que nos limitam e impedem de sermos grandes empreendedores. Não precisamos ir tão longe, temos vários exemplos que nos levaram a fracassar, principalmente quando tratamos sobre emagrecimento. Como é difícil nos mantermos firmes nos objetivos, mesmo sabendo quais são os caminhos do sucesso. Muitas vezes é a semana estressante, e mal temos tempo para cuidar de si mesmo. É preciso ter claro que as dificuldades não devem nos paralisar, pois quem está crescendo está sempre caindo, levando tombos, e sabemos que quando nos propomos a emagrecer, vamos cair muitas vezes. Sabemos que ao tomar uma decisão, vamos enfrentar dificuldades, mas temos que confiar de temos condições de superá-las, e chegar ao resultado almejado. Acomodar-se aos tombos e erros não é uma atitude assertiva, pelo contrário, só acarreta comportamentos negativos. Ao acreditarmos que somos capazes, usamos nossas competências e conhecimentos, gerando resultados eficazes e duradouros. É, parece que emagrecer depende de você mesmo e de sua disponibilidade de acreditar. Assumir a responsabilidade dos resultados de seu processo, é crescer, é tomar em suas mãos sua vida e dar conta de seu desejo.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

REDUÇÃO DE ESTOMAGO. O QUE É? E COMO FUNCIONA?

Obesidade como problema populacional
A obesidade é um fator que atinge grande parte da população brasileira. Pesquisa revela que cerca de 60% dos adultos são gordos ou obesos (IBGE 2010), problema que vem crescendo gradativamente nas últimas três décadas e tem se tornado cada vez mais frequente entre crianças e adolescentes. Com isso a busca por cirurgia de redução de estômago tem crescido bastante, se tornando assim bem popular.
Redução de EstômagoRedução de estômago é mais que estética, é saúde
Para algumas pessoas os quilinhos a mais nem sempre estão resumidos apenas à estética, a briga com a balança e uma questão bem mais complexa, envolve problemas sérios com a saúde, baixa autoestima, consumo desenfreado de inibidores do apetite, etc. Nos últimos casos, a solução muitas vezes é recorrer à cirurgia bariátrica, mais conhecida como cirurgia de redução de estômago.
O que é e como é feita
Embora muito comum nos dias de hoje, um grande número de pessoas ainda tem dúvidas do que seja a redução de estômago. O procedimento consiste em reduzir o tamanho do estômago e consequentemente a sua capacidade de receber alimento, assim, o paciente se sente saciado mais rapidamente gerando menor sensação de fome. Visa principalmente o emagrecimento e a qualidade de vida.

OBESIDADE X BAIXO AUTO ESTIMA

A obesidade é uma doença crônica que atinge milhares de pessoas ao redor do mundo. O problema pode ter por origem a má alimentação, o sedentarismo ou até mesmo os problemas emocionais. Conheça qual a relação que existe entre a obesidade e a baixa autoestima.
Considerada pela Organização Mundial de Saúde, a OMS, como a doença do século XXI, a obesidade não só acelera ou agrava as demais doenças que surgem com ela, mas causa outro mal terrível: a redução na autoestima.
A pessoa que está acima do peso tem por anseio ser algo que ela não é no momento. Esse desejo se manifesta em sentimentos como a tristeza, a angústia e a ansiedade que por sua vez encontram na comida a sua válvula de escape.
Segundo a endocrinologista e psicanalista Soraya Hissa de Carvalho, os transtornos emocionais são inimigos de quem tenta perder peso. Inúmeras pessoas acabam descontando as frustrações na comida, o que os leva a um aumento de peso, que gera como consequência a ansiedade e a perda da autoestima.
Autoaceitação e autorrespeito
Para melhorar a baixa autoestima é necessário que a pessoa queira se perdoar, se autoaceitar. Isso começa a partir do momento em que você reconhece os seus erros e tenta modificá-los.
Cirurgia bariátrica pode ser a solução
cirurgia bariátrica pode ser uma opção para quem está acima do peso. Quem decide se submeter a esse procedimento cirúrgico deve procurar ajuda psicológica para tratar dos problemas emocionais que existiam antes da cirurgia, e dos que podem surgir após a operação.
Portanto, comece a analisar o que você faz de errado, os seus hábitos alimentares e se você precisa ou não de ajuda psicológica. A partir disso você poderá começar a solucionar os problemas relacionados a obesidade e a baixa autoestima e consequentemente ser mais feliz!

10 CURIOSIDADES SOBRE A CIRURGIA BARIÁTRICA

cirurgia bariátrica se tornou o método para perder peso mais procurado pelas pessoas comobesidade excessiva. O Brasil, por exemplo, é o segundo país que mais realiza cirurgias bariátricas no mundo. Segundo pesquisas, 20 mil brasileiros fazem a cirurgia para diminuir o tamanho do estômago por ano.
Mas antes de optar pelo procedimento para perder peso, algumas coisas são importantes saber. Trouxemos 10 curiosidades sobre a cirurgia bariátrica. Confira.
1- A cirurgia bariátrica também é chamada de gastroplastia, cirurgia de redução de estômago, cirurgia antiobesidade e cirurgia da obesidade.
2- A gastroplastia significa gastro = estômago, plastia = plástica, ou seja, é literalmente uma plástica no estômago.
3- A gastroplastia só pode ser feita por pessoas com IMCacima de 35 Kg/m² e que sofram de doenças associadas à obesidade, como apneia do sono, hipertensão arterial, diabetes, aumento de gorduras no sangue, problemas articulares, ou pessoas com IMC acima de 40 Kg/m², que não tenham obtido sucesso na perda de peso com outros tratamentos.
4- Todos aqueles que desejam realizar a cirurgia devem ser submetidos a uma avaliação clínico-laboratorial que inclui uma série de exames e procedimentos clínicos, como a endoscopia digestiva e a ecografia abdominal.
5- Existem três tipos básicos de cirurgia bariátrica. As do tipo restritivas (Banda Gástrica Ajustável, Gastroplastia vertical com bandagem ou cirurgia de Mason e a gastroplastia vertical em “sleeve”); mistas, nas quais há a redução do tamanho do estomago e também um desvio do trânsito intestinal. As cirurgias mistas também podem ser restritivas (derivação Gástrica com e sem anel) e disabsortivas (derivações bileopancreáticas).
6- Os pacientes submetidos à cirurgia bariátrica deverão ser acompanhados por um nutricionista durante um longo tempo, com objetivo de receberem orientações específicas para elaboração de uma dieta adequada para o seu caso.
7- O paciente passa por um acompanhamento psicológico intenso, pois, dependendo do caso, podem recorrer a preparações de alta densidade calórica e baixa qualidade nutricional, que além de provocarem hipoglicemia e fenômenos vasomotores (sudorese, taquicardia, sensação de mal-estar), colocam em risco o sucesso da cirurgia à longo prazo, porque reduzem a chance do indivíduo perder peso.
8- A cirurgia de redução de estômago é um procedimento complexo e apresenta risco de complicações. Por isso, é fundamental que o paciente conheça muito bem o procedimento cirúrgico e quais os riscos e benefícios da cirurgia.
9- Mulheres que desejam fazer a cirurgia bariátrica devem aguardar pelo menos 15 a 18 meses antes deengravidar. A perda de peso em excesso pode prejudicar o crescimento do feto.
10- Em alguns casos, após a cirurgia bariátrica, é necessária uma cirurgia plástica para retirada do excesso de pele. Mas a cirurgia plástica só pode ser feita quando o peso estiver totalmente estabilizado, ou seja, o que dura em média 2 anos.

GASTROPLASTIA É A CIRURGIA MAIS REJEITADA PELOS PLANOS DE SAÚDE

Atividades físicas ajudam a diminuir a desistência do tratamento

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Uma pesquisa recente, realizada pela Universidade de São Paulo (USP) comprovou que a prática de atividades físicas ajudam a diminuir a desistência do tratamento pós-cirurgia bariátrica.
Atualmente o Brasil é o segundo país a registrar um aumento na realização da redução de estômago, perdendo somente para os Estados Unidos. Porém o rigoroso processo de adaptação após a cirurgia faz com que uma grande parte dos que fizeram a intervenção cirúrgica, desista do tratamento.
Por que os que passaram pela cirurgia voltam a engordar?
De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), metade dos que fizeram a cirurgia, eles representam 50%, voltam a engordar, e 5% voltam ao patamar inicial, antes de fazer a cirurgia. Isso acontece, pois o paciente reduz o estômago, mas não se reeduca quanto aos hábitos alimentares.
A inclusão dos exercícios físicos ajuda a diminuir as desistências
Segundo Adriano Segal, psiquiatra do ambulatório de obesidade da USP (Universidade de São Paulo), os índices de desistência diminuem quando os pacientes conseguem incluir atividades físicas no tratamento.
“Os índices de abandono do tratamento após a intervenção cirúrgica são muito altos, chegam a 60%. A prática de atividade física regular impacta diretamente no aumento dos índices de manutenção do tratamento”, afirma ele.
Os benefícios da atividade física
A prática de exercícios físicos possuem vários benefícios para quem realizou a cirurgia bariátrica, entre eles estão: auxílio no controle do peso corporal; controle da pressão arterial; prevenção de doenças osteoarticulares e aumento da expectativa de vida.
A importância das atividades físicas deve estar associada a uma mudança de hábitos alimentares. Isso porque, caso o paciente não siga as recomendações médicas, o peso perdido por conta da operação retornará. Como já afirmamos aqui, o paciente deve ter, ou procurar acompanhamento psicológico e nutricional.

a-obesidade-na-adolescencia
obesidade é definida como um distúrbio alimentar, ou seja, o individuo não consegue parar de comer. É um problema que vem atingindo diversos países, inclusive já é considerado um caso de saúde pública devido ao crescente número de pessoas que se tornaram obesos.
Entre as pessoas que sofrem com a obesidade, estão também crianças e adolescentes. A obesidade na adolescência, por exemplo,  é um período bastante difícil, devido às mudanças que ocorrem não somente no corpo, mas no modo como se percebe o mundo. Geralmente, estas mudanças físicas nem sempre são bem aceitas pelos jovens. Principalmente se ele (a) for obeso (a).
O jovem obeso sofre desde problemas relacionados à saúde (diabetes, má formação óssea) até problemas emocionais como a depressão, apontada como um dos principais problemas pelos quais o adolescente com este distúrbio passa. A chacota sofrida na escola ou na faculdade, fortalece ainda mais este problema, que pode ter consequências gravíssimas, que vão desde a exclusão social até o próprio desejo de não viver mais, podendo ocasionar até o suicídio.
Devido a estes fatores, a obesidade na adolescência deve ser tratada com bastante cuidado, pois mexe diretamente com a autoestima do individuo.  A prevenção é um dos meios de evitar que o jovem fique com o peso acima do normal. Caso o distúrbio já esteja em um nível avançado, o recomendado é procurar ajuda médica.


Então, trouxemos algumas dicas de como evitar o aumento de peso na adolescência.
  1. Dicas para evitar a obesidade na adolescência
  2. Evite ingerir alimentos não saudáveis como hambúrguers, batata frita e salgados;
  3. Evite refrigerantes, pois além de possuírem altos níveis de açúcar, eles podem prejudicar a absorção de cálcio;
  4. Consuma frutas e legumes;
  5. Procure sempre se exercitar;
  6. Antes de fazer qualquer dieta mirabolante procure ajuda especializada;
  7. Procure a escola e seus pais, eles têm uma importância muito grande neste processo, pois podem aconselhar e auxiliar o adolescente.
  8. Pais e responsáveis devem dar o exemplo. Procure mostrar ao seu filho desde a infância, que é possível viver de forma saudável, dessa forma você garantirá que todos viverão de forma saudável e evitará que ele desenvolvaa obesidade na adolescência;
  9. Cuidado com o sal! Não são apenas alimentos gordurosos, ou com alto teor de açúcar que prejudicam a saúde, alimentos com sal em excesso podem também ser bastante prejudiciais, pois podem aumentar o risco de problemas cardiovasculares e hipertensão.
Jovem, procure seguir estas dicas e também as recomendações do seu médico. Pais procurem incentivar os seus filhos a consumirem alimentos saudáveis e a praticar exercícios físicos. O seu apoio é fundamental  para ele! :)

Novas regras para a cirurgia de redução de estômago pelo SUS

Novas regras para a cirurgia de redução de estômago pelo SUS

novas-regras-para-a-cirurgia-de-redução-de-estômago-pelo-susCom a procura cada vez mais crescente pela cirurgia de redução de estômago, o governo federal decidiu implementar novas regras para a cirurgia de redução de estômago pelo SUS. A decisão começou com uma consulta pública, aberta em setembro de 2012, e a partir do dia 20 de março deste ano foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).
Entre as novas regras estão:
1 – Redução da idade de 18 para 16 anos.
2 – Retirada a idade máxima para a operação, que antes era de 65 anos.
3 – Reajuste de 20% o valor médio repassado pelo SUS para cobrir honorários médicos e serviços hospitalares.
4 – Realização pela rede pública de exames e consultas no pré e no pós-operatório
5 – Permitido a nova técnica cirúrgica – a gastrectomia vertical em manga (sleeve), que remove de 70% a 85% do estômago.
6 – As cirurgias plásticas para corrigir a flacidez da pele serão cobertas pelo SUS.
Segundo o ministro Alexandre Padilha, em uma coletiva que ocorreu um dia antes da publicação, o governo têm se esforçado para atender a demanda crescente pela cirurgia. Ele também afirmou que é importante evitar que o indivíduo chegue a um estágio em que precise de bariátrica.
Mas a cirurgia não é permitida para todos (calma, deixe-me explicar!), ela só pode ser feita quando o paciente apresenta obesidade mórbida ou co-morbidade como a hipertensão, apneia do sono ou IMC superior a 40kg/m².
É importante ressaltar que, medidas como a criação de novas regras para a cirurgia de estômago pelo SUSsão importantes e extremamente necessárias, mas não devem ser o foco principal. Combater a obesidade na infância é um meio eficaz de prevenir que o individuo chegue à fase adulta com todos os problemas que o excesso de peso traz consigo.